Liberdade de Expressão, Internet e Telecidadania (2025)

Ref: LIV-TELECID-25
Edição: 3ª Edição
Publicação: 09/2025
Páginas: 281
Capa: Brochura
Peso: 0,800g
Dimensões: 16x23cm

A liberdade de expressão saiu dos manuais e passou a ser disputada em tempo real nas redes. Se a sua atuação toca o ambiente digital, você sabe que cada remoção de conteúdo, cada notificação a provedor e cada decisão sobre discurso online carrega risco jurídico e impacto democrático imediatos.

Esta obra enfrenta o tema com rigor e visão crítica, à luz da Constituição Federal, do Marco Civil da Internet e da mais recente reconfiguração, pelo Supremo Tribunal Federal, do regime de responsabilidade civil dos provedores de aplicação. Da telecidadania à desordem informacional, o leitor recebe um panorama técnico pronto para orientar decisões difíceis.

Nestas páginas você encontrará:

  • A liberdade de expressão como direito fundamental e seus limites
  • O Marco Civil da Internet e a responsabilidade de provedores e terceiros
  • A reconfiguração pelo STF do regime do artigo 19 da Lei nº 12.965/2014
  • O paralelo com a Seção 230 do direito norte-americano
  • Fake news, deepfakes e critérios de checagem de fatos
  • A telecidadania e a ascensão do ciberativismo
  • O enviesamento algorítmico e a transparência das plataformas
  • Os inquéritos do STF sob a ótica constitucional
  • O PL nº 2.630/2020 e a Lei nº 15.211/2025
  • O direito à privacidade e os riscos à democracia digital

Mais do que descrever a norma, o autor expõe controvérsias e busca o equilíbrio jurídico que evite a censura sem abrir mão da proteção aos direitos fundamentais. Para quem precisa argumentar com base sólida, dominar este conteúdo é vantagem concreta.

Liberdade de Expressão, Internet e Telecidadania: uma leitura crítica da cidadania nos meios digitais

A liberdade de expressão foi deslocada para o centro do debate jurídico e político. A reconfiguração, pelo Supremo Tribunal Federal, do regime de responsabilidade civil dos provedores de aplicação, o avanço da desinformação e o peso das grandes plataformas de tecnologia inauguraram um cenário que exige leitura técnica e imediata de quem atua no ambiente digital.

Se você é advogado, atua com direito constitucional ou digital, assessora comunicação ou responde por conteúdo em plataformas, sabe que a fronteira entre o exercício legítimo da fala e o abuso ficou mais tênue e mais decisiva. Uma remoção equivocada, uma notificação mal conduzida ou uma leitura superficial do Marco Civil podem custar caro à segurança jurídica de quem orienta.

Com abordagem crítica e lastreada na Constituição Federal, na Lei nº 12.965/2014 e nos precedentes mais recentes, a obra examina a liberdade de expressão como direito fundamental e, ao mesmo tempo, como problema prático, tensionado pelo discurso de ódio, pela responsabilidade de terceiros e pelo controle informacional em larga escala.

Da ascensão do ciberativismo à telecidadania, das fake news aos deepfakes, do enviesamento algorítmico aos inquéritos do Supremo Tribunal Federal, o autor conecta cada tema à realidade da atuação profissional e ao debate democrático contemporâneo, sempre em busca de um equilíbrio jurídico que evite a censura.

Principais temas abordados

A obra contempla:

  • A sociedade digital e a nova ambiência da cidadania
  • A liberdade de expressão como direito fundamental e seus limites
  • O Marco Civil da Internet e a responsabilidade dos provedores
  • A reconfiguração pelo STF do artigo 19 da Lei nº 12.965/2014
  • O paralelo com a Seção 230 do direito norte-americano
  • A telecidadania, o ciberativismo e a desordem informacional
  • Fake news, deepfakes e critérios de checagem de fatos
  • O enviesamento algorítmico e a transparência das plataformas
  • O PL nº 2.630/2020, a Lei nº 15.211/2025 e o dever de cuidado
  • Os inquéritos do STF sob a ótica constitucional

Por que dominar este conteúdo

No plano prático, a obra oferece base para sustentar teses sobre remoção de conteúdo, responsabilidade de provedores e limites do discurso, reduzindo o risco de decisões precipitadas. No plano estratégico, permite ler o movimento do Supremo Tribunal Federal e do legislador antes que a controvérsia chegue ao caso concreto. Interpretar corretamente o regime é proteger tanto o direito de expressão quanto a atuação profissional.

A importância no cenário atual

As redes sociais tornaram-se o palco principal do debate público, e a inteligência artificial ampliou a capacidade de desinformar por meio de deepfakes e conteúdo sintético. A cada ciclo, o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional redesenham as fronteiras da responsabilidade dos provedores e do direito de resposta. Compreender esse movimento, com base normativa e jurisprudencial, tornou-se condição para atuar com segurança no ambiente digital.

Para quem é esta obra

Destina-se a advogados que atuam com direito constitucional e digital, assessorias jurídicas de plataformas e veículos de comunicação, membros do Ministério Público e da magistratura, pesquisadores dos direitos fundamentais na internet, gestores de conteúdo e políticas de moderação e estudantes que precisam compreender, com profundidade técnica, o exercício da cidadania nos meios digitais.

Perguntas frequentes

A obra aborda a decisão do STF sobre a responsabilidade dos provedores?
Sim. A reconfiguração do regime de responsabilidade civil dos provedores de aplicação, a partir do julgamento do artigo 19 da Lei nº 12.965/2014, é um dos eixos centrais do trabalho.

Trata das fake news e dos deepfakes?
Sim. A desinformação, os critérios de checagem de fatos e o uso da inteligência artificial a serviço da desordem informacional são analisados em capítulo próprio.

Explica o conceito de telecidadania?
Sim. A obra desenvolve a passagem do ciberativismo à telecidadania e discute a teledemocracia e a chamada cidadania.com.

Faz comparação com o direito estrangeiro?
Sim. O regime brasileiro é confrontado com modelos internacionais, entre eles a Seção 230 do direito norte-americano.

Discute os inquéritos do STF e os projetos de lei em tramitação?
Sim. Os inquéritos do Supremo Tribunal Federal, o PL nº 2.630/2020, a Lei nº 15.211/2025 e o PL nº 2.575/2025 são examinados de forma crítica.

A obra defende a censura ou a limita?
A obra busca o equilíbrio jurídico que evite a censura, garantindo ao mesmo tempo a proteção dos direitos fundamentais e a preservação da democracia digital.

Fortaleça a sua atuação no ambiente digital

O debate sobre liberdade de expressão na internet se decide em pontos sensíveis, e cada interpretação equivocada cobra seu preço. Esta obra coloca ao seu alcance uma leitura crítica e tecnicamente consistente da cidadania nos meios digitais, com a clareza necessária para argumentar e decidir com segurança. Garanta agora o seu exemplar e transforme a complexidade do direito digital em vantagem para a sua atuação.

Capítulo 1 - Sociedade Digital
Capítulo 2 - Direitos Humanos e Garantias Fundamentais
2.1 Dignidade da Pessoa Humana
2.2 Liberdade de Expressão
2.2.1 Imunidade Parlamentar
2.3 Direito de Reunião
2.4 Direito à Privacidade
Capítulo 3 - Da Ascensão do Ciberativismo à Telecidadania, e os Obstáculos para o Enfrentamento da Desinformação
3.1 Teledemocracia, Cibercidadania ou Cidadania.com
3.2 Da Problemática das Fake News e Critérios para Checagem de Fatos
3.2.1 Deepfakes: a Inteligência Artificial a Serviço da Desinformação
3.3 O Fenômeno da Desordem Informacional
Capítulo 4 - Dos Riscos do Controle Informacional em Larga Escala
4.1 Dos Grupos Organizados de Forma Descentralizada em Ambiente Digital
4.2 FARMEME - Ou, o Meme como Instrumento de Manifestação Social
4.3 Do Impacto das Empresas de Tecnologia nos Movimentos Sociais
4.3.1 Enviesamento Algorítmico e Transparência Algorítmica
Capítulo 5 - As Ações do Poder Legislativo Frente à Telecidadania
5.1 PL nº 2.630/2020, a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet
5.2 A Lei nº 15.211/2025 e o Dever de Cuidado no Ecossistema Informático
5.3 PL nº 2.575/2025 e a Caça aos Provedores de Aplicação
Capítulo 6 - O Papel dos Tribunais na Defesa da Liberdade de Expressão
6.1 Os Inquéritos do STF, sob a Ótica da Constituição, do Ordenamento Jurídico Nacional e da Telecidadania
6.2 A Reconfiguração pelo STF do Regime de Responsabilidade Civil dos Provedores de Aplicação
Considerações Finais
Posfácio
Referências

R$ 77,00