A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante e passou a integrar o cotidiano dos escritórios, dos tribunais e das instituições de Justiça. Quem atua no Direito já percebeu que dominar essa transformação não é mais uma escolha, e sim uma condição para exercer a profissão com segurança técnica e responsabilidade ética.
Esta obra coletiva reúne juristas, magistrados, professores e especialistas que enfrentam, de forma multidisciplinar e aprofundada, os impactos concretos da IA sobre a prática jurídica, sempre sob a perspectiva da ética, da governança e da preservação dos direitos fundamentais.
Você encontrará ao longo destes capítulos:
Mais do que catalogar ferramentas, a obra propõe uma reflexão firme sobre os limites e as possibilidades da atuação jurídica em uma era marcada pela automação. Para o profissional que precisa decidir com clareza diante do algoritmo, este é um conteúdo que se converte em vantagem prática.
A tecnologia avança em ritmo que não espera pela dogmática. Se você atua no Direito, já sentiu a pressão de responder, com rigor, a perguntas que ontem sequer existiam: até onde vai a responsabilidade do advogado que delega tarefas a um sistema? O que muda no sigilo profissional quando os dados do cliente passam por uma ferramenta de IA? Como sustentar a legalidade de uma prova produzida por algoritmos? Ignorar essas questões custa caro, e a conta chega na forma de teses frágeis e decisões vulneráveis.
Esta obra coletiva reúne renomados juristas, advogados, professores, magistrados e especialistas para analisar, capítulo a capítulo, os impactos da inteligência artificial na prática jurídica. O trabalho conecta a norma à realidade do processo, da execução e da atividade profissional, sem abrir mão da profundidade teórica que a matéria exige.
A abordagem parte de uma premissa clara: a tecnologia pode ampliar a eficiência, democratizar o acesso à Justiça e aprimorar a prestação dos serviços jurídicos, mas jamais substituirá a consciência crítica, a responsabilidade ética, a independência técnica e a sensibilidade humana do advogado. É sob essa direção que os autores enfrentam desde a governança algorítmica até os smart contracts, da prova digital às decisões automatizadas.
A obra contempla:
No plano prático, a obra qualifica a atuação ao esclarecer os pontos sensíveis do uso da inteligência artificial: onde a delegação é legítima, onde ela compromete o sigilo, quando a supervisão humana é indispensável. No plano estratégico, oferece base sólida para construir teses, avaliar riscos e posicionar o escritório diante de um mercado em rápida reconfiguração. Antecipar essas discussões é atuar com segurança em um terreno ainda em formação.
A crescente influência dos algoritmos sobre o sistema de Justiça impõe ao profissional do Direito uma nova alfabetização. Decisões automatizadas, ferramentas preditivas e a incorporação da IA à rotina forense exigem que advogados, magistrados e demais operadores compreendam não apenas o que a tecnologia faz, mas quais garantias precisa preservar. Esta coletânea entrega esse panorama com o cuidado técnico e a pluralidade de vozes que o tema requer.
Destina-se a advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, procuradores, professores, pesquisadores, estudantes de Direito, gestores jurídicos, profissionais de legal operations e especialistas em proteção de dados que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre inteligência artificial aplicada ao Direito, inovação tecnológica e ética profissional.
O livro aborda apenas ferramentas de inteligência artificial?
Não. A obra analisa também os aspectos éticos, jurídicos, regulatórios e institucionais relacionados ao uso da inteligência artificial na advocacia, muito além do plano técnico.
O conteúdo combina abordagem prática e teórica?
Sim. Os capítulos reúnem fundamentos doutrinários, discussões atuais e aplicações voltadas ao exercício profissional cotidiano.
A obra trata da responsabilidade do advogado no uso da IA?
Sim. Diversos capítulos examinam a responsabilidade civil, os deveres éticos, a governança, a supervisão humana e as boas práticas na utilização da inteligência artificial.
São abordadas a proteção de dados e a LGPD?
Sim. O tema atravessa a obra, relacionando inteligência artificial, privacidade, sigilo profissional e proteção de dados pessoais.
O conteúdo contempla jurimetria e legal analytics?
Sim. A obra apresenta análises sobre jurimetria, legal analytics, decisões automatizadas, governança algorítmica e outras ferramentas que impactam a advocacia contemporânea.
A inteligência artificial já redefine a forma de advogar, e cada dia de espera amplia a distância entre quem domina o tema e quem apenas reage a ele. Esta obra coloca ao seu alcance a análise qualificada de dezenas de especialistas, com a clareza necessária para atuar com segurança, responsabilidade e visão estratégica. Garanta agora o seu exemplar e transforme a transformação digital em domínio técnico.
1. A advocacia e a inteligência artificial: implicações éticas, expectativas e riscos
2. O marketing jurídico sob a dominância da inteligência artificial
3. O futuro da comunicação jurídica-ética com o advento da inteligência artificial no Direito
4. Inteligência artificial na advocacia e o futuro do diálogo processual: quando a máquina litiga e julga
5. Inteligência artificial no Direito: inovação e limites éticos
6. Inteligência artificial na advocacia: governança, ética e a reconfiguração do valor jurídico
7. Os impactos da inteligência artificial no trabalhador advogado: inovação ou substituição?
8. AI agents na advocacia: revolução tecnológica e transformação profissional
9. Smart contracts e advocacia preventiva: uma nova perspectiva de atuação e redução de custos
10. O poder transformador da comunicação humanizada na era da IA
11. Entre a lei e o algoritmo: o Judiciário e a (r)evolução da proteção de dados na era digital
12. A advocacia na era da IA: a governança tecnológica e a accountability para a proteção de direitos
13. Regulação da inteligência artificial e o papel da OAB na defesa da advocacia
14. Decisões judiciais, impacto econômico e papel da advocacia diante da inteligência artificial
15. Hype da inteligência artificial: expectativa, realidade e impactos
16. Prova digital e inteligência artificial: desafios para a advocacia e o controle da legalidade
17. A nova advocacia: desafios e evolução na era da inteligência artificial
18. O perigo da desumanização do processo judicial na era da IA e o papel institucional da OAB
19. Responsabilidade civil e ética do advogado no uso da IA
20. Implicações éticas do uso inadequado da inteligência artificial na advocacia
21. Não se luta contra a máquina, mas com a máquina: desafios éticos e jurídicos na era da informação
22. A inteligência artificial como ferramenta útil na instauração de IRDR
23. A pasteurização do espírito crítico e os caminhos para a governança da IA
24. Engenharia de prompts na advocacia: a arte de comandar máquinas inteligentes
25. A lealdade ao Direito de um jurista incansável, Alberto Simonetti
26. IA e educação: uma abordagem crítico-poiética para a diversidade epistêmica e a justiça algorítmica
27. IA, justiça digital e Estado Democrático de Direito: confiabilidade, rastreabilidade e salvaguardas para a advocacia
28. Governança algorítmica e responsabilidade à luz da Resolução CNJ 615/2025: o papel do advogado digital
29. Decidir é humano: inteligência artificial, fundamentação e o devido processo legal
30. Jurimetria, legal analytics e a tomada de decisão assistida por dados
31. A inteligência artificial na prática jurídica: diretrizes éticas e normativas para o uso responsável
32. Desafios institucionais da inteligência artificial no sistema de Justiça brasileiro
33. Inteligência artificial na advocacia: uma abordagem com base na experiência civilista
34. Mediação algorítmica e confidencialidade jurídica na advocacia: critérios de enquadramento no Direito brasileiro
35. Leviatã da era digital: colisão entre o direito à privacidade, a inteligência artificial e os direitos fundamentais
36. Responsabilidade profissional do advogado no uso de inteligência artificial
37. Desafios da advocacia ante a inteligência artificial: inovação, dúvidas e incertezas
38. A inteligência artificial como ferramenta e desafio: limites da substituição na atuação jurídica
39. A inteligência artificial como ferramenta para a advocacia: limites e possibilidades