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Descrição
Ref: EB-EMFX-ACHO-26
Por: Julio Macedo
Edição: 1ª Edição
Publicação: 06/2026
Páginas: 285 páginas
Capa: Brochura
Peso:
Dimensões: 16 x 23cm

Há um momento, na vida de toda holding familiar, em que a estrutura para de importar e o contrato passa a decidir tudo. É no inventário do patriarca, no divórcio do herdeiro, no impasse entre dois ramos da família que se descobre o que o acordo de sócios realmente pactuou — ou deixou de pactuar. Quando a redação foi cuidadosa, ela atravessa décadas sem ser questionada. Quando foi apressada, torna-se o primeiro alvo de qualquer divergência.

Esta obra parte exatamente desse ponto. Em vez de explicar como constituir uma holding, dedica-se ao que decide o seu destino: a cláusula que vai ao registro, redigida palavra por palavra.

Cada tema é tratado com a cláusula-modelo, o comentário linha a linha, o ataque típico que ela sofre em juízo e a jurisprudência do STJ e do STF que resolve a questão — conectando, em um único arranjo, os planos societário, sucessório e tributário que a prática costuma separar.

O resultado é um material que fortalece a segurança técnica de quem redige e defende essas estruturas, e oferece repertório atualizado para os pontos que mais litigam. Para o profissional que atende famílias com patrimônio relevante, é a diferença entre administrar o conflito depois que ele aparece e antecipá-lo na origem, quando ainda há lucidez para escolher.

A obra contempla:

  • a distinção entre acordo de quotistas e acordo de acionistas, sua eficácia perante a sociedade e a execução específica das obrigações;
  • a engenharia de governança, com matérias reservadas e quóruns que protegem o patrimônio sem paralisar a administração;
  • a circulação de quotas — preferência, lock-up, tag along e drag along — para manter o patrimônio dentro da família;
  • a resolução de impasses (deadlock), com buy-sell e dissolução parcial como saídas estruturadas;
  • a apuração de haveres redigida para afastar o critério supletivo mais oneroso, ancorada na jurisprudência consolidada do STJ;
  • a exclusão de sócio e o procedimento que resiste à impugnação;
  • a doação de quotas com reserva de usufruto e as cláusulas restritivas que a acompanham;
  • o regime de bens e o pacto antenupcial do herdeiro, articulados com a estrutura societária;
  • a integralização de imóveis e o ITBI à luz do Tema 796 do STF e da Lei Complementar 227/2026;
  • o ITCMD progressivo após a Emenda Constitucional 132/2023;
  • o novo regime de tributação de lucros e dividendos instituído pela Lei 15.270/2025;
  • cláusulas-modelo comentadas, com a jurisprudência que decide cada matéria.

Dominar a redação desses instrumentos deixou de ser refinamento e passou a ser condição de uma atuação segura — sobretudo num cenário tributário que se move rápido e torna obsoletas as estruturas montadas sob as regras anteriores. Quem detém esse repertório não apenas reduz risco: posiciona-se diante do cliente com a autoridade de quem antecipa o problema antes que ele custe caro. É esse o valor que a obra coloca ao alcance de quem a tem por perto.

Acordo de Sócios na Holding Familiar: cláusulas comentadas, modelos e jurisprudência

Toda holding familiar é montada para proteger o patrimônio. Quase nenhuma é redigida para sobreviver ao próprio sócio. É nessa fronteira — entre a estrutura que se constitui numa tarde e o contrato que decide o destino da família por décadas — que esta obra se situa.

Nesta obra, o foco não está em como constituir uma holding, tema já amplamente coberto pela literatura existente, mas na redação contratual que organiza a estrutura por dentro. O organograma é o cenário; o acordo de sócios, a doação com reserva de usufruto e o pacto antenupcial do herdeiro é que formam o roteiro — o documento que define quem vota, quem recebe, quem entra, quem sai e quem paga. Quando esse roteiro silencia, não é a estrutura que preenche a lacuna: é o conflito.

Com uma abordagem original, o trabalho parte da cláusula que efetivamente vai ao registro e a examina palavra por palavra. Cada capítulo traz a cláusula-modelo em destaque, o comentário linha a linha, o ataque típico que ela sofre em juízo, a defesa que a sustenta e a jurisprudência que decide a questão. O resultado é um material que começa onde os manuais terminam: na redação concreta, pronta para ser adaptada ao caso real.

Além disso, a obra conecta três planos que costumam ser tratados isoladamente — o societário, o sucessório e o tributário —, demonstrando como a cláusula de apuração de haveres dialoga com a doação com reserva de usufruto, com o regime de bens do herdeiro e com a reforma tributária já em vigor. É essa visão integrada que distingue o acordo que resolve o problema do acordo que apenas o adia.

 

Principais temas abordados

Ao longo de seus capítulos, a obra consolida os pontos que mais litigam na prática da holding familiar. O leitor encontrará:

Estrutura, governança e deliberações

A distinção entre o acordo de quotistas e o acordo de acionistas, a eficácia do instrumento perante a sociedade e a execução específica das obrigações, além de uma engenharia de governança com matérias reservadas e quóruns calibrados — capazes de proteger o patrimônio sem paralisar a administração.

Circulação de quotas e resolução de conflitos

O tratamento completo dos mecanismos de circulação — direito de preferência, lock-up, tag along e drag along — voltados a manter o patrimônio dentro da família, ao lado das soluções de impasse (deadlock), buy-sell e dissolução parcial que evitam a paralisia decisória.

Saída, exclusão e apuração de haveres

A análise da saída, da retirada e da morte do sócio com foco no ponto em que a redação se converte em valor: a apuração de haveres. A obra traz o critério que afasta o regime supletivo mais oneroso, ancorado na jurisprudência consolidada do STJ, e o procedimento de exclusão que resiste à impugnação.

Planejamento sucessório e patrimonial

Em complemento, o trabalho conecta o acordo de sócios à doação de quotas com reserva de usufruto, às cláusulas restritivas, ao regime de bens e ao pacto antenupcial do herdeiro — o arranjo integrado que sustenta a sucessão.

A holding sob a reforma tributária

A obra contempla, ainda, a releitura da estrutura à luz das mudanças mais recentes: a integralização de imóveis e o ITBI sob o Tema 796 do STF e a Lei Complementar 227/2026; o ITCMD progressivo após a Emenda Constitucional 132/2023; e o novo regime de tributação de lucros e dividendos instituído pela Lei 15.270/2025 — atualizações que alteram, na essência, o cálculo de qualquer planejamento montado sob as regras anteriores.

Por que esta obra é uma ferramenta de trabalho

O material não se posiciona como leitura complementar, mas como instrumento de atuação. No plano prático, oferece cláusulas redigidas para adaptação ao caso concreto, o que reduz o tempo de elaboração e o risco de redação vulnerável. No plano estratégico, propõe o diferencial de antecipar o conflito na fase de constituição, em vez de administrá-lo depois, quando o custo já se multiplicou.

Por outro lado, há o valor de consulta. Cada capítulo registra a legislação aplicável e a jurisprudência relevante do STJ e do STF de forma verificável, o que torna a obra uma fonte confiável de atualização — particularmente diante de um cenário tributário em rápida transformação.

 

Relevância no cenário jurídico atual

A holding familiar deixou de ser exceção e se tornou rotina na prática brasileira. Com isso, o erro de redação também se tornou rotineiro — e costuma aparecer anos depois, no inventário, no divórcio ou no litígio entre ramos da família, quando já não há como corrigir. A reforma tributária acrescentou urgência: estruturas desenhadas sob a premissa da isenção de dividendos e sob as regras anteriores de ITBI e ITCMD precisam ser revisitadas. Nesse contexto, uma obra que trata a redação contratual com precisão e a conecta ao quadro normativo vigente ocupa um espaço que poucas publicações preenchem.

 

Público-alvo

A obra é dirigida a:

  • advogados de direito societário, sucessório e patrimonial que estruturam ou revisam holdings familiares;
  • profissionais de planejamento sucessório e gestão de patrimônio familiar;
  • contadores e consultores tributários envolvidos na constituição e na operação de holdings;
  • escritórios que atendem famílias empresárias e patrimônios relevantes;
  • advogados tributaristas que acompanham os efeitos da reforma sobre estruturas patrimoniais;
  • estudantes de pós-graduação e profissionais em atualização nas áreas societária e sucessória.

Perguntas frequentes

Esta obra é um manual sobre como constituir uma holding familiar?

Não. O foco é a redação contratual que organiza a estrutura por dentro — acordo de sócios, doação com reserva de usufruto, cláusulas restritivas e instrumentos correlatos. Pressupõe-se que o leitor já domine a escolha do tipo societário e a mecânica da constituição.

O conteúdo está atualizado com a reforma tributária?

Sim. A obra incorpora a Emenda Constitucional 132/2023, a Lei Complementar 214/2025, a Lei Complementar 227/2026 e a Lei 15.270/2025, analisando seus reflexos sobre integralização, ITBI, ITCMD e a tributação de lucros e dividendos na holding familiar.

O livro traz modelos de cláusulas prontos para uso?

Sim. Cada capítulo apresenta cláusula-modelo em destaque, acompanhada de comentário linha a linha. Os modelos servem de ponto de partida qualificado e devem ser adaptados a cada caso concreto.

A obra serve tanto para LTDA quanto para S/A?

Sim. A redação é desenvolvida predominantemente para a holding constituída como sociedade limitada, com indicação expressa das adaptações aplicáveis à sociedade anônima sempre que a cláusula muda.

Para quem já atua na área, o material agrega?

Sim. Além das cláusulas-modelo, a obra reúne o ataque típico a cada cláusula, a defesa correspondente e a jurisprudência do STJ e do STF que decide a matéria, funcionando como fonte de consulta para a prática avançada.

A apuração de haveres é tratada em profundidade?

Sim. É um dos eixos centrais da obra, com o critério que afasta o regime supletivo mais oneroso, a forma e o prazo de pagamento, as garantias e o diálogo com a jurisprudência consolidada do STJ.

Uma referência de consulta para a prática da holding familiar

Mais do que uma leitura, o Acordo de Sócios na Holding Familiar propõe-se como referência de trabalho para quem redige, revisa e defende as estruturas patrimoniais das famílias empresárias. Ao reunir cláusulas comentadas, modelos aplicáveis e jurisprudência atualizada em um único material, a obra oferece o repertório técnico que sustenta decisões mais seguras no cotidiano profissional. Conheça o conteúdo completo e veja como ele pode integrar a sua rotina de atuação.

Sumário


PARTE I — FUNDAMENTOS

Enxuta. Não é manual de holding; é a base que sustenta o resto.

Capítulo 1 — A primazia do contrato sobre a estrutura

  • 1.1 Por que a redação vale mais que o organograma
  • 1.2 O que o contrato social não resolve e o acordo de sócios resolve
  • 1.3 O ciclo de vida da holding e os pontos de tensão contratual
  • 1.4 Como ler este livro

Capítulo 2 — Acordo de quotistas × acordo de acionistas

  • 2.1 A aplicação analógica do art. 118 LSA à LTDA
  • 2.2 O art. 118 LSA, lido com atenção
  • 2.3 Quadro comparativo: o que muda cláusula a cláusula

Capítulo 3 — Natureza, eficácia e execução do acordo

  • 3.1 Natureza jurídica e limites de validade
  • 3.2 Eficácia perante a sociedade e perante terceiros
  • 3.3 Averbação, registro e oponibilidade
  • 3.4 Execução específica das obrigações
  • 3.5 Cláusula compromissória: a arbitragem como foro frequentemente mais adequado para o acordo familiar
    • 3.5.1 Cláusula-modelo: cláusula compromissória

PARTE II — O ACORDO DE SÓCIOS

O coração do livro.

Capítulo 4 — Governança e administração

  • 4.1 Quem administra: as estruturas possíveis
  • 4.2 Poderes do administrador e matérias reservadas
  • 4.3 Separação entre propriedade e gestão
  • 4.4 Cláusula-modelo
  • 4.5 Comentário linha a linha
  • 4.6 Análise de risco
  • 4.7 Jurisprudência
  • 4.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 5 — Deliberações sociais e quóruns

  • 5.1 O regime legal supletivo
  • 5.2 Voto plural e participação no capital
  • 5.3 Quóruns qualificados, supermaioria e veto
  • 5.4 O quórum unânime e o risco de paralisia
  • 5.5 Cláusula-modelo
  • 5.6 Comentário linha a linha
  • 5.7 Análise de risco
  • 5.8 Jurisprudência
  • 5.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 6 — Circulação de quotas e ações

  • 6.1 O regime supletivo da LTDA
  • 6.2 A circulação em S/A fechada
  • 6.3 Os instrumentos: o que cada um faz (preferência, lock-up, tag along, drag along, aprovação prévia)
  • 6.4 Cláusula-modelo
  • 6.5 Comentário linha a linha
  • 6.6 Análise de risco
  • 6.7 Jurisprudência
  • 6.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 7 — Resolução de impasses (deadlock)

  • 7.1 A natureza do impasse
  • 7.2 Mediação prévia obrigatória
  • 7.3 Buy-sell e shotgun
  • 7.4 Dissolução parcial como saída última
  • 7.5 Cláusula-modelo
  • 7.6 Comentário linha a linha
  • 7.7 Análise de risco
  • 7.8 Jurisprudência
  • 7.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 8 — Saída, retirada e morte do sócio

  • 8.1 Retirada: as três hipóteses
  • 8.2 Morte: a regra e suas exceções
  • 8.3 Apuração de haveres
    • 8.3.1 O critério legal supletivo
    • 8.3.2 Balanço de determinação, valor econômico e a vedação ao fluxo de caixa descontado
    • 8.3.3 A liberdade de pactuar critério e seus limites
  • 8.4 Forma e prazo de pagamento
  • 8.5 Cláusula-modelo
  • 8.6 Comentário linha a linha
  • 8.7 Análise de risco
  • 8.8 Jurisprudência
  • 8.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 9 — Exclusão de sócio

  • 9.1 Exclusão judicial e exclusão extrajudicial
  • 9.2 Justa causa e quebra da affectio societatis
  • 9.3 Devido processo: direito de defesa e reunião específica
  • 9.4 Cláusula-modelo
  • 9.5 Comentário linha a linha
  • 9.6 Análise de risco
  • 9.7 Jurisprudência
  • 9.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 10 — Cláusulas familiares e sucessórias do acordo

  • 10.1 Vesting familiar
  • 10.2 Qualificação para a gestão
  • 10.3 Política de dividendos como instrumento de paz familiar
  • 10.4 Conselho de família e protocolo familiar
  • 10.5 Cláusula-modelo
  • 10.6 Comentário linha a linha
  • 10.7 Análise de risco
  • 10.8 Jurisprudência
  • 10.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 11 — Não-concorrência, confidencialidade e exclusividade

  • 11.1 A não-concorrência em ambiente societário
  • 11.2 Os limites: tempo, território, atividade
  • 11.3 Confidencialidade
  • 11.4 Exclusividade do administrador
  • 11.5 Cláusula-modelo
  • 11.6 Comentário linha a linha
  • 11.7 Análise de risco
  • 11.8 Jurisprudência
  • 11.9 Riscos e armadilhas

PARTE III — INSTRUMENTOS SUCESSÓRIOS E PATRIMONIAIS

Contratos por natureza, que não cabem nos manuais de holding ou de contratos empresariais.

Capítulo 12 — Doação de quotas com reserva de usufruto

  • 12.1 A doação como ato
  • 12.2 O usufruto e o regime do voto
  • 12.3 Adiantamento de legítima, colação e quota disponível
  • 12.4 Cláusula-modelo
  • 12.5 Comentário linha a linha
  • 12.6 Análise de risco
  • 12.7 Jurisprudência
  • 12.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 13 — Cláusulas restritivas sobre as quotas doadas

  • 13.1 Incomunicabilidade
  • 13.2 Impenhorabilidade
  • 13.3 Inalienabilidade
  • 13.4 Reversão e retorno
  • 13.5 Cláusula-modelo
  • 13.6 Comentário linha a linha
  • 13.7 Análise de risco
  • 13.8 Jurisprudência
  • 13.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 14 — Regime de bens e pacto antenupcial

  • 14.1 Os regimes em vigor
  • 14.2 Por que o regime de bens importa para a holding
  • 14.3 Pacto antenupcial articulado
  • 14.4 Casamento, união estável e a quota familiar
  • 14.5 Cláusula-modelo
    • 14.5.1 Cláusula do Acordo de Sócios
    • 14.5.2 Minuta de pacto antenupcial (anexo recomendado)
  • 14.6 Comentário linha a linha
  • 14.7 Análise de risco
  • 14.8 Jurisprudência
  • 14.9 Riscos e armadilhas

Capítulo 15 — Mútuo e conta-corrente de sócios

  • 15.1 Capital, mútuo, AFAC
  • 15.2 O contrato de mútuo
  • 15.3 A conta-corrente de sócios
  • 15.4 Cláusula-modelo
    • 15.4.1 Cláusula do Acordo de Sócios
    • 15.4.2 Contrato de Mútuo Padrão (Anexo VIII)
  • 15.5 Comentário linha a linha
  • 15.6 Análise de risco
  • 15.7 Jurisprudência
  • 15.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 16 — Administração de bens e mandato

  • 16.1 O instituto e seus limites
  • 16.2 A vedação ao autocontrato
  • 16.3 Mandato em causa própria
  • 16.4 Incapacidade superveniente do mandante
  • 16.5 Cláusula-modelo
    • 16.5.1 Cláusula do Acordo de Sócios
  • 16.6 Comentário linha a linha
  • 16.7 Análise de risco
  • 16.8 Jurisprudência
  • 16.9 Riscos e armadilhas

PARTE IV — HOLDING IMOBILIÁRIA

Onde os contratos se multiplicam e o erro custa caro.

Capítulo 17 — Integralização de imóveis e ITBI

  • 17.1 O regime constitucional e o CTN
  • 17.2 O limite quantitativo: Tema 796 do STF
  • 17.3 A redação do contrato social
  • 17.4 Cláusulas no instrumento de integralização
  • 17.5 Comentário linha a linha
  • 17.6 Análise de risco
  • 17.7 Jurisprudência
  • 17.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 18 — Locação na holding imobiliária

  • 18.1 O regime legal
  • 18.2 Locação intra-grupo: o problema central
  • 18.3 Locação a parte relacionada residencial
  • 18.4 Cláusula-modelo
    • 18.4.1 Cláusula no Acordo de Sócios
    • 18.4.2 Contrato-padrão de Locação Intra-grupo (Anexo IX)
  • 18.5 Comentário linha a linha
  • 18.6 Análise de risco
  • 18.7 Jurisprudência
  • 18.8 Riscos e armadilhas

Capítulo 19 — Comodato familiar

  • 19.1 O instituto
  • 19.2 Comodato como alternativa à locação intra-família
  • 19.3 O risco da descaracterização
  • 19.4 Cláusula-modelo
    • 19.4.1 Cláusula no Acordo de Sócios
    • 19.4.2 Contrato-padrão de Comodato (Anexo XII)
  • 19.5 Comentário linha a linha
  • 19.6 Análise de risco
  • 19.7 Jurisprudência
  • 19.8 Riscos e armadilhas

PARTE V — A RELEITURA DAS CLÁUSULAS SOB A REFORMA TRIBUTÁRIA

O gancho de timing. O que nenhum livro existente cobre — e o que dá urgência comercial agora.

Capítulo 20 — Panorama: o que a reforma tributária muda no desenho da holding

  • 20.1 O que mudou: visão estruturada
  • 20.2 Mapa de revisão: capítulo a capítulo
  • 20.3 Que cláusulas é preciso reescrever
  • 20.4 O que este capítulo não pretende

Capítulo 21 — ITCMD progressivo e a doação de quotas

  • 21.1 A norma constitucional pós-EC 132/2023
  • 21.2 A regra de competência do ITCMD na doação
  • 21.3 A doação como operação tributária
  • 21.4 Timing das doações no regime de transição
  • 21.5 Articulação com o cálculo da legítima
  • 21.6 A cláusula no acordo
  • 21.7 Comentário breve
  • 21.8 Análise de risco e armadilhas
  • 21.9 Verificações em aberto

Capítulo 22 — Distribuição de lucros e o novo regime

  • 22.1 O regime vigente — Lei 15.270/2025
    • 22.1.1 IRRF de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil/mês
    • 22.1.2 IRPFM — tributação mínima anual sobre altas rendas
    • 22.1.3 Redutor do art. 16-B — proteção contra dupla tributação econômica
  • 22.2 A política de dividendos sob o novo regime
  • 22.3 Distribuição desproporcional sob o novo regime
  • 22.4 Pró-labore × dividendos sob o novo regime
  • 22.5 Cláusula-modelo (revisão do Cap. 10 § 3º a § 5º)
  • 22.6 Comentário linha a linha
  • 22.7 Análise de risco
  • 22.8 Jurisprudência
  • 22.9 Riscos e armadilhas

APÊNDICES

Apêndice A — Acordo de Sócios da Holding Familiar (minuta integral comentada)

Capítulo I — Disposições Gerais

  • Cláusula 1ª — Objeto
  • Cláusula 2ª — Vinculação e adesão
  • Cláusula 3ª — Definições

Capítulo II — Governança e Administração

  • Cláusula 4ª — Administração
  • Cláusula 5ª — Justa causa para destituição
  • Cláusula 6ª — Poderes e limitações do Administrador
  • Cláusula 7ª — Matérias Reservadas
  • Cláusula 8ª — Prestação de contas e auditoria

Capítulo III — Deliberações e Quóruns

  • Cláusula 9ª — Forma e quóruns das deliberações

Capítulo IV — Circulação de Quotas

  • Cláusula 10ª — Princípio e lock-up
  • Cláusula 11ª — Direito de preferência, tag along, aprovação e drag along

Capítulo V — Saída, Resolução e Exclusão

  • Cláusula 12ª — Hipóteses de resolução
  • Cláusula 13ª — Apuração de haveres
  • Cláusula 14ª — Resolução de impasses
  • Cláusula 14ª-bis — Exclusão por justa causa

Capítulo VI — Disposições Familiares e Sucessórias

  • Cláusula 15ª — Conselho de Família e Protocolo Familiar
  • Cláusula 16ª — Regime de bens e pacto antenupcial dos Quotistas
  • Cláusula 17ª — Vesting familiar e qualificação para Administrador
  • Cláusula 18ª — Política de dividendos

Capítulo VII — Obrigações de Conduta

  • Cláusula 19ª — Não-concorrência, confidencialidade e exclusividade

Capítulo VIII — Aportes, Mútuos e Representação

  • Cláusula 20ª — Aportes, mútuos e conta-corrente
  • Cláusula 21ª — Representação e mandato

Capítulo IX — Operações com Imóveis da Sociedade

  • Cláusula 22ª — Locação de imóveis da Sociedade
  • Cláusula 23ª — Comodato a Partes Ligadas
  • Cláusula 24ª — Doações sucessivas e regime do ITCMD

Capítulo X — Disposições Finais

  • Cláusula 25ª — Convenção de Arbitragem
  • Cláusula 26ª — Vigência e alterações
  • Cláusula 27ª — Disposições diversas
  • Anexos

Apêndice B — Doação de Quotas com Reserva de Usufruto e Cláusulas Restritivas (minuta integral)

Escritura Pública de Doação de Quotas com Reserva de Usufruto Vitalício e Cláusulas Restritivas

  • Cláusula Primeira — Objeto da Doação
  • Cláusula Segunda — Reserva de Usufruto Vitalício
  • Cláusula Terceira — Direito de Voto
  • Cláusula Quarta — Frutos
  • Cláusula Quinta — Imputação na Herança
  • Cláusula Sexta — Reversão
  • Cláusula Sétima — Adesão ao Acordo de Sócios

Cláusulas Restritivas

  • Cláusula Oitava — Incomunicabilidade
  • Cláusula Nona — Impenhorabilidade
  • Cláusula Décima — Inalienabilidade Vitalícia, com Justa Causa Declarada
  • Cláusula Décima Primeira — Sub-rogação das Cláusulas
  • Cláusula Décima Segunda — Cessação Parcial

Cláusulas Gerais

  • Cláusula Décima Terceira — Recolhimento do ITCMD
  • Cláusula Décima Quarta — Foro
  • Cláusula Décima Quinta — Registro e Averbação
  • Documentos anexos à Escritura

Apêndice C — Checklist de Constituição e Revisão da Holding Familiar

  • Parte 1 — Estrutura e governança (tipo societário e regência; administração; matérias reservadas; quóruns)
  • Parte 2 — Circulação e saídas (circulação de quotas/ações; saída, retirada, morte e apuração; impasse; exclusão)
  • Parte 3 — Disposições familiares e sucessórias (vesting e qualificação; política de dividendos; conselho de família e protocolo familiar; regime de bens e pacto antenupcial; doação com reserva de usufruto e cláusulas restritivas)
  • Parte 4 — Não-concorrência, confidencialidade e exclusividade
  • Parte 5 — Operações com partes ligadas e instrumentos correlatos (mútuo, AFAC e conta-corrente; representação e mandato)
  • Parte 6 — Holding imobiliária (integralização de imóveis; locação intra-grupo; comodato familiar)
  • Parte 7 — Cláusula compromissória, vigência e disposições finais (arbitragem; vigência, alterações e disposições finais)
  • Parte 8 — Reforma tributária (revisão pós-Lei 15.270/2025 e LCs 214/2025 e 227/2026)
  • Parte 9 — Auditoria de execução (documentação e arquivos; revisão periódica)

Apêndice D — Tabela de Cláusulas Críticas, Erros Recorrentes e Consequência

  • Tabela 1 — Erros de fundamentos e governança
  • Tabela 2 — Erros em quóruns e deliberações
  • Tabela 3 — Erros em circulação de quotas
  • Tabela 4 — Erros em saída, apuração e impasse
  • Tabela 5 — Erros em disposições familiares e sucessórias
  • Tabela 6 — Erros em obrigações de conduta e partes ligadas
  • Tabela 7 — Erros em holding imobiliária
  • Tabela 8 — Erros sob a reforma tributária
  • Tabela 9 — Erros de execução e processo

Apêndice E — Glossário de Termos Contratuais e Societários


 

 

Em breve..