📦 Há um momento, na vida de toda holding familiar, em que a estrutura para de importar e o acordo de sócios passa a decidir tudo.
É no inventário do patriarca, no divórcio do herdeiro, no impasse entre dois ramos da família que se descobre o que o acordo de sócios realmente pactuou — ou deixou de pactuar. Quando a redação foi cuidadosa, ela atravessa décadas sem ser questionada. Quando foi apressada, torna-se o primeiro alvo de qualquer divergência.
Esta obra parte exatamente desse ponto. Em vez de explicar como constituir uma holding, dedica-se ao que decide o seu destino: a cláusula que vai ao registro, redigida palavra por palavra. Cada tema é tratado com a cláusula-modelo, o comentário linha a linha, o ataque típico que ela sofre em juízo e a jurisprudência do STJ e do STF que resolve a questão — conectando, em um único arranjo, os planos societário, sucessório e tributário que a prática costuma separar.
O resultado é um material que fortalece a segurança técnica de quem redige e defende essas estruturas, e oferece repertório atualizado para os pontos que mais litigam. Para o profissional que atende famílias com patrimônio relevante, é a diferença entre administrar o conflito depois que ele aparece e antecipá-lo na origem, quando ainda há lucidez para escolher.
Principais temas abordados
✔ Acordo de quotistas × acordo de acionistas, eficácia perante a sociedade e execução específica das obrigações
✔ Engenharia de governança, com matérias reservadas e quóruns que protegem o patrimônio sem paralisar a administração
✔ Circulação de quotas — preferência, lock-up, tag along e drag along — para manter o patrimônio na família
✔ Resolução de impasses (deadlock), com buy-sell e dissolução parcial como saídas estruturadas
✔ Apuração de haveres redigida para afastar o critério supletivo mais oneroso, ancorada no STJ
✔ Exclusão de sócio e o procedimento que resiste à impugnação
✔ Doação de quotas com reserva de usufruto e as cláusulas restritivas que a acompanham
✔ Regime de bens e pacto antenupcial do herdeiro, articulados com a estrutura societária
✔ Integralização de imóveis e o ITBI à luz do Tema 796 do STF e da Lei Complementar 227/2026
✔ ITCMD progressivo após a Emenda Constitucional 132/2023
✔ Novo regime de tributação de lucros e dividendos instituído pela Lei 15.270/2025
✔ Cláusulas-modelo comentadas, com a jurisprudência que decide cada matéria
Dominar a redação desses instrumentos deixou de ser refinamento e passou a ser condição de uma atuação segura — sobretudo num cenário tributário que se move rápido e torna obsoletas as estruturas montadas sob as regras anteriores. Quem detém esse repertório não apenas reduz risco: posiciona-se diante do cliente com a autoridade de quem antecipa o problema antes que ele custe caro. É esse o valor que a obra coloca ao alcance de quem a tem por perto.
Compre junto
COMBO - Acordo de Sócios na Holding Familiar + Livro Digital (2026)
R$168,00
(COMBO) Manual Prático para Holdings - Estruração, Gestão, Tributação e Sucessão Nacional e Internacional (2026) + Livro Digital
R$169,00
👁 ver detalhes
Acordo de Sócios na Holding Familiar · cláusulas, modelos e jurisprudência
Toda holding familiar é montada para proteger o patrimônio. Quase nenhuma é redigida para sobreviver ao próprio sócio.
É nessa fronteira — entre a estrutura que se constitui numa tarde e o contrato que decide o destino da família por décadas — que esta obra se situa. O foco não está em como constituir uma holding, tema já amplamente coberto pela literatura existente, mas na redação contratual que organiza a estrutura por dentro. O organograma é o cenário; o acordo de sócios, a doação com reserva de usufruto e o pacto antenupcial do herdeiro é que formam o roteiro — o documento que define quem vota, quem recebe, quem entra, quem sai e quem paga. Quando esse roteiro silencia, não é a estrutura que preenche a lacuna: é o conflito.
Com uma abordagem original, o trabalho parte da cláusula que efetivamente vai ao registro e a examina palavra por palavra. Cada capítulo traz a cláusula-modelo em destaque, o comentário linha a linha, o ataque típico que ela sofre em juízo, a defesa que a sustenta e a jurisprudência que decide a questão. O resultado é um material que começa onde os manuais terminam: na redação concreta, pronta para ser adaptada ao caso real.
Além disso, a obra conecta três planos que costumam ser tratados isoladamente — o societário, o sucessório e o tributário —, demonstrando como a cláusula de apuração de haveres dialoga com a doação com reserva de usufruto, com o regime de bens do herdeiro e com a reforma tributária já em vigor. É essa visão integrada que distingue o acordo que resolve o problema do acordo que apenas o adia.
Ao longo de seus capítulos, a obra consolida os pontos que mais litigam na prática da holding familiar. O leitor encontrará:
Estrutura, governança e deliberações
A distinção entre o acordo de quotistas e o acordo de acionistas, a eficácia do instrumento perante a sociedade e a execução específica das obrigações, além de uma engenharia de governança com matérias reservadas e quóruns calibrados — capazes de proteger o patrimônio sem paralisar a administração.
Circulação de quotas e resolução de conflitos
O tratamento completo dos mecanismos de circulação — direito de preferência, lock-up, tag along e drag along — voltados a manter o patrimônio dentro da família, ao lado das soluções de impasse (deadlock), buy-sell e dissolução parcial que evitam a paralisia decisória.
Saída, exclusão e apuração de haveres
A análise da saída, da retirada e da morte do sócio com foco no ponto em que a redação se converte em valor: a apuração de haveres. A obra traz o critério que afasta o regime supletivo mais oneroso, ancorado na jurisprudência consolidada do STJ, e o procedimento de exclusão que resiste à impugnação.
Planejamento sucessório e patrimonial
Em complemento, o trabalho conecta o acordo de sócios à doação de quotas com reserva de usufruto, às cláusulas restritivas, ao regime de bens e ao pacto antenupcial do herdeiro — o arranjo integrado que sustenta a sucessão.
A holding sob a reforma tributária
A obra contempla, ainda, a releitura da estrutura à luz das mudanças mais recentes: a integralização de imóveis e o ITBI sob o Tema 796 do STF e a Lei Complementar 227/2026; o ITCMD progressivo após a Emenda Constitucional 132/2023; e o novo regime de tributação de lucros e dividendos instituído pela Lei 15.270/2025 — atualizações que alteram, na essência, o cálculo de qualquer planejamento montado sob as regras anteriores.
O material não se posiciona como leitura complementar, mas como instrumento de atuação. Por outro lado, há o valor de consulta: cada capítulo registra a legislação aplicável e a jurisprudência relevante do STJ e do STF de forma verificável, o que torna a obra uma fonte confiável de atualização — particularmente diante de um cenário tributário em rápida transformação.
No plano prático
Oferece cláusulas redigidas para adaptação ao caso concreto, o que reduz o tempo de elaboração e o risco de redação vulnerável.
No plano estratégico
Propõe o diferencial de antecipar o conflito na fase de constituição, em vez de administrá-lo depois, quando o custo já se multiplicou.
Como fonte de consulta
Cada capítulo registra legislação aplicável e jurisprudência do STJ e do STF de forma verificável, funcionando como referência de atualização.
A holding familiar deixou de ser exceção e se tornou rotina na prática brasileira. Com isso, o erro de redação também se tornou rotineiro — e costuma aparecer anos depois, no inventário, no divórcio ou no litígio entre ramos da família, quando já não há como corrigir. A reforma tributária acrescentou urgência: estruturas desenhadas sob a premissa da isenção de dividendos e sob as regras anteriores de ITBI e ITCMD precisam ser revisitadas. Nesse contexto, uma obra que trata a redação contratual com precisão e a conecta ao quadro normativo vigente ocupa um espaço que poucas publicações preenchem.
Atualizada com a reforma tributária
● Integralização de imóveis e ITBI sob o Tema 796 do STF e a Lei Complementar 227/2026
● ITCMD progressivo após a Emenda Constitucional 132/2023
● Novo regime de tributação de lucros e dividendos da Lei 15.270/2025
A obra é dirigida a:
Advogados societários, sucessórios e patrimoniais que estruturam ou revisam holdings familiares
Profissionais de planejamento sucessório e gestão de patrimônio familiar
Contadores e consultores tributários envolvidos na constituição e na operação de holdings
Escritórios que atendem famílias empresárias e patrimônios relevantes
Advogados tributaristas que acompanham os efeitos da reforma sobre estruturas patrimoniais
Estudantes de pós-graduação e profissionais em atualização nas áreas societária e sucessória
Esta obra é um manual sobre como constituir uma holding familiar?
Não. O foco é a redação contratual que organiza a estrutura por dentro — acordo de sócios, doação com reserva de usufruto, cláusulas restritivas e instrumentos correlatos. Pressupõe-se que o leitor já domine a escolha do tipo societário e a mecânica da constituição.
O conteúdo está atualizado com a reforma tributária?
Sim. A obra incorpora a Emenda Constitucional 132/2023, a Lei Complementar 214/2025, a Lei Complementar 227/2026 e a Lei 15.270/2025, analisando seus reflexos sobre integralização, ITBI, ITCMD e a tributação de lucros e dividendos na holding familiar.
O livro traz modelos de cláusulas prontos para uso?
Sim. Cada capítulo apresenta cláusula-modelo em destaque, acompanhada de comentário linha a linha. Os modelos servem de ponto de partida qualificado e devem ser adaptados a cada caso concreto.
A obra serve tanto para LTDA quanto para S/A?
Sim. A redação é desenvolvida predominantemente para a holding constituída como sociedade limitada, com indicação expressa das adaptações aplicáveis à sociedade anônima sempre que a cláusula muda.
Para quem já atua na área, o material agrega?
Sim. Além das cláusulas-modelo, a obra reúne o ataque típico a cada cláusula, a defesa correspondente e a jurisprudência do STJ e do STF que decide a matéria, funcionando como fonte de consulta para a prática avançada.
A apuração de haveres é tratada em profundidade?
Sim. É um dos eixos centrais da obra, com o critério que afasta o regime supletivo mais oneroso, a forma e o prazo de pagamento, as garantias e o diálogo com a jurisprudência consolidada do STJ.
Uma referência de trabalho para quem redige, revisa e defende as estruturas patrimoniais das famílias empresárias. Ao reunir cláusulas comentadas, modelos aplicáveis e jurisprudência atualizada em um único material, o Acordo de Sócios na Holding Familiar oferece o repertório técnico que sustenta decisões mais seguras no cotidiano profissional.
Enxuta. Não é manual de holding; é a base que sustenta o resto.
O coração do livro.
Contratos por natureza, que não cabem nos manuais de holding ou de contratos empresariais.
Onde os contratos se multiplicam e o erro custa caro.
O gancho de timing. O que nenhum livro existente cobre — e o que dá urgência comercial agora.
Capítulo I — Disposições Gerais
Capítulo II — Governança e Administração
Capítulo III — Deliberações e Quóruns
Capítulo IV — Circulação de Quotas
Capítulo V — Saída, Resolução e Exclusão
Capítulo VI — Disposições Familiares e Sucessórias
Capítulo VII — Obrigações de Conduta
Capítulo VIII — Aportes, Mútuos e Representação
Capítulo IX — Operações com Imóveis da Sociedade
Capítulo X — Disposições Finais
Escritura Pública de Doação de Quotas com Reserva de Usufruto Vitalício e Cláusulas Restritivas
Cláusulas Restritivas
Cláusulas Gerais
Em breve..