⚖ Marco regulatório dos ativos virtuais já em vigor — obra coletiva que destrincha a Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521/2025 aplicáveis às prestadoras de serviços (PSAVs).
O mercado brasileiro de ativos virtuais deixou a zona cinzenta. As prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs) passaram a operar sob autorização do Banco Central, requisitos prudenciais e supervisão contínua — e cada decisão societária, operacional e de governança agora tem consequência regulatória direta.
Esta obra examina o regime jurídico de custodiantes, corretoras (exchanges) e intermediadoras: a taxonomia dos ativos e dos agentes, as modalidades de PSAV, as atividades permitidas e vedadas, o procedimento de autorização, a segurança cibernética, a proteção de dados, o compliance e a PLD/FT, além da responsabilidade de administradores e controladores.
Principais temas abordados
✔ Regime jurídico das PSAVs: custódia, intermediação e corretagem
✔ Autorização, capital mínimo e requisitos prudenciais
✔ Supervisão e relacionamento com o Banco Central
✔ Governança, segurança cibernética e continuidade de negócios
✔ Stablecoins, tokenização, CBDCs e DeFi
✔ Câmbio, tributação e compliance de PLD/FT
✔ Proteção de dados e LGPD no mercado cripto
✔ Responsabilidade de administradores e controladores
Escrita por profissionais da linha de frente do setor, é fonte de consulta e instrumento de trabalho para a prática diária de quem assessora, estrutura ou fiscaliza prestadoras de ativos virtuais.
Ativos virtuais · Lei 14.478/2022 · Resoluções BCB 519/520/521
O mercado brasileiro de ativos virtuais deixou a zona cinzenta — e operar agora exige autorização, estrutura prudencial e supervisão do Banco Central.
A consolidação do marco regulatório brasileiro reescreveu as regras do jogo para quem atua com criptoativos. A Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521/2025 deram contorno jurídico preciso à figura da prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV), definindo quem pode operar, sob quais condições e com quais responsabilidades.
Esta obra coletiva examina o regime jurídico de custodiantes, corretoras e intermediadoras: a taxonomia dos ativos e dos agentes, as modalidades de PSAV, as atividades vedadas, a autorização e a supervisão pelo regulador, a governança, a segurança cibernética, a proteção de dados, as regras cambiais, tributárias e de PLD/FT, além da responsabilidade de administradores e do horizonte das stablecoins, da tokenização e do DeFi.
✔ Contexto e evolução do mercado de ativos virtuais no Brasil e no mundo
✔ Modalidades de PSAV e prestação por outras instituições autorizadas
✔ Requisitos e procedimento de autorização; alterações societárias
✔ Governança mínima, segurança cibernética e continuidade de negócios
✔ Proteção de dados (LGPD), compliance e PLD/FT
✔ Stablecoins, tokenização, CBDCs, DeFi e Web3
Por que esta obra se destaca
● Análise artigo a artigo da Lei nº 14.478/2022 e das Resoluções BCB 519, 520 e 521/2025, as normas que estruturam o setor.
● Visão integrada do regime de custodiantes, corretoras e intermediadoras, do pedido de autorização à supervisão contínua.
● Escrita por profissionais da linha de frente do setor, com leitura prática das tendências internacionais.
No plano prático
Orienta a estruturação do pedido de autorização, a montagem da governança mínima e o atendimento aos requisitos prudenciais exigidos do Banco Central.
No plano regulatório
Mapeia as atividades permitidas e vedadas, as obrigações de transparência e os deveres de compliance e PLD/FT aplicáveis a cada modalidade.
No plano estratégico
Antecipa o horizonte das stablecoins, da tokenização e do DeFi, oferecendo leitura das tendências regulatórias internacionais que influenciarão o mercado brasileiro.
Com a entrada em vigor das resoluções do Banco Central, a janela de informalidade do mercado cripto se encerrou. Quem assessora exchanges, custodiantes e intermediadoras precisa de uma leitura integrada e atualizada — e é exatamente essa consolidação que esta obra entrega.
Advogados empresariais e de mercado financeiro que assessoram prestadoras de ativos virtuais e fintechs.
Profissionais de compliance, governança e jurídico interno de exchanges, custodiantes e intermediadoras.
Reguladores, acadêmicos e pós-graduandos em direito regulatório, bancário e digital.
A obra aborda a Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB?
Sim. Analisa a Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521/2025, que estruturam o regime das PSAVs.
Quais tipos de prestadoras são tratados?
Custodiantes, corretoras (exchanges) e intermediadoras, com suas modalidades, atividades permitidas e vedadas.
O livro trata de stablecoins e tokenização?
Sim. Dedica capítulo às perspectivas futuras, incluindo stablecoins, tokenização, CBDCs, DeFi e governança descentralizada.
Da autorização à supervisão, o roteiro jurídico completo das prestadoras de ativos virtuais. Uma referência de consulta para acompanhar um mercado que acaba de entrar na era da regulação.
Prefácio
A Evolução das Fintechs e a Nova Fronteira dos Ativos Virtuais (Diego Perez)
Taxonomia dos Ativos Virtuais e das Prestadoras de Serviços (Courtnay Guimarães Jr.)
Capítulo I — Contexto e Evolução
O Mercado de Ativos Virtuais no Brasil e no Mundo (Courtnay Guimarães Jr.)
Evolução Legislativa e Regulatória (Rodrigo Caldas de Carvalho Borges)
Ativos Virtuais no Mercado de Câmbio (Thiago Sarandy)
Capítulo II — Regime Jurídico e Modalidades das Prestadoras de Serviços
Modalidades de PSAVs (Gabriel Abreu; Juliana Russo)
Prestação de Serviços por Outras Instituições Autorizadas (Erik Frederico Oioli)
Atividades Permitidas e Restrições (Bruno Balduccini; Catharina Fávero Mirandola)
Obrigações de Registro e Transparência (Cassiane Oliveira)
Capítulo III — Autorização e Supervisão Regulatória
Requisitos para Autorização (Rodrigo Caldas de Carvalho Borges; Gabriel Abreu)
Procedimentos de Autorização e Alterações Societárias (Rodrigo Caldas de Carvalho Borges; Juliana Russo)
Supervisão e Relacionamento com o Banco Central (Gabriel Abreu; Juliana Russo Alexandre)
Capítulo IV — Governança Corporativa e Gestão de Riscos
Estrutura Organizacional e Governança Mínima (Luiz Calado)
Segurança Cibernética e Continuidade de Negócios (Caio Telles; Bruno Telles)
Proteção de Dados e Privacidade (LGPD) (Adriane Loureiro Novaes; Lucas Oliveira Balsamão Magela)
Capítulo V — Regras Operacionais e de Conduta
Prestação de Serviços no Mercado de Câmbio (Ray Nasser)
Aspectos Tributários dos Ativos Virtuais no Brasil (Guilherme Peloso Araujo)
Compliance e PLD/FT (Maria Zelner)
Boas Práticas Internacionais de Conduta (Francisco Carvalho)
Capítulo VI — Responsabilização, Penalidades e Regimes Especiais
Responsabilidade de Administradores e Controladores (Marilia Milani)
Penalidades e Regimes Especiais (Pedro Ivo Gricoli Iokoi; Bruno Lambert Mendes de Almeida)
Capítulo VII — Perspectivas Futuras e Desafios
Tendências Regulatórias Internacionais (Rodrigo Caldas de Carvalho Borges)
Inovação e Competitividade (Rodrigo Batista)
Stablecoins, Tokenização e CBDCs (Thomaz Teixeira)
DeFi, Web3 e Governança Descentralizada (Nathaly Diniz)
Rodrigo Caldas de Carvalho Borges e Courtnay Guimarães Jr. organizam esta obra coletiva, reunindo autores com atuação destacada no direito regulatório, bancário e no mercado de ativos virtuais.
O volume conta com a colaboração de diversos especialistas da linha de frente do setor — entre eles Diego Perez, Erik Frederico Oioli, Bruno Balduccini, Guilherme Peloso Araujo, Pedro Ivo Gricoli Iokoi e Thiago Sarandy —, cada qual responsável por temas de sua especialidade, do regime de autorização às perspectivas de stablecoins, tokenização e DeFi.