R$217,00

Cartão de Crédito
12 x de R$18,08 sem juros
7% de desconto pagando com Pix
Ver mais detalhes

Desconto com Desconto com PIX
Entregas para o CEP:
Frete grátis a partir de
Frete Grátis: Calcule o prazo
Ok
Não sei meu CEP
Descrição
Ref: LIV-JH-DAMB-26
Por: Francisco José Carvalho
Edição: 1ª Edição
Publicação: 04/2026
Páginas: 627 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,700g
Dimensões: 16 x 23cm

Compreender o Direito do Saneamento Ambiental deixou de ser uma especialização periférica para se tornar uma competência estratégica no exercício da advocacia contemporânea. Esta obra oferece a você uma leitura que vai além da teoria, conectando fundamentos jurídicos à realidade prática enfrentada em demandas cada vez mais recorrentes no cenário nacional.

Fruto de sólida experiência profissional, o conteúdo foi construído para apoiar sua atuação com segurança técnica e visão integrada do ordenamento jurídico. Ao longo da leitura, você percebe como os temas são tratados de forma aplicada, permitindo não apenas o domínio conceitual, mas também a utilização imediata desse conhecimento na elaboração de peças, pareceres e estratégias processuais.

Além disso, a obra fortalece seu posicionamento profissional ao oferecer uma base confiável, atualizada e alinhada às transformações legislativas e regulatórias do setor, ampliando sua capacidade de atuação em questões que envolvem políticas públicas, responsabilidade estatal e direitos fundamentais.

Principais tópicos abordados:

  • Regulação do saneamento no Brasil e seus impactos jurídicos
  • Estrutura e disciplina do serviço público de saneamento
  • Direito material e processual aplicado ao saneamento ambiental
  • Marco regulatório e atualizações legislativas relevantes
  • Universalização dos serviços e políticas públicas setoriais
  • Relação entre saneamento e atividade econômica
  • Interface com o Direito do Consumidor
  • Responsabilidade civil e administrativa do poder público
  • Consequências jurídicas do consumo de água e serviços essenciais
  • Atuação judicial em demandas envolvendo saneamento ambiental
  • Integração entre doutrina e jurisprudência aplicada

Ao incorporar o conteúdo desta obra à sua prática, você amplia não apenas seu repertório técnico, mas também sua capacidade de atuar com precisão e estratégia em um campo em expansão. Trata-se de um conhecimento que qualifica sua atuação, fortalece sua argumentação e contribui diretamente para um posicionamento mais sólido e diferenciado no ambiente jurídico.

Dominar o Direito do Saneamento Ambiental é, hoje, posicionar-se com clareza diante de um dos temas mais estratégicos e sensíveis da agenda jurídica brasileira.

Nesta obra, Direito do Saneamento Ambiental: Doutrina e Jurisprudência, você encontra uma construção sólida, técnica e profundamente conectada à realidade prática da advocacia. Elaborado por Francisco José Carvalho, o conteúdo reflete décadas de atuação direta no setor, oferecendo uma leitura que não apenas informa, mas orienta decisões jurídicas com segurança e consistência.

Ao longo de seus capítulos, a obra apresenta uma abordagem que integra múltiplos ramos do Direito, conectando fundamentos constitucionais, administrativos, civis, consumeristas e processuais. Essa articulação permite que você compreenda o saneamento não como um tema isolado, mas como um eixo estruturante de direitos fundamentais, políticas públicas e desenvolvimento social.

Com uma linguagem técnica, porém acessível, o livro se posiciona como uma ferramenta de trabalho. Ele dialoga diretamente com os desafios enfrentados no cotidiano forense, trazendo reflexões que fortalecem sua atuação e ampliam sua capacidade de argumentação em temas cada vez mais recorrentes nos tribunais.

Entre os principais temas, destacam-se:

  • Regulação do saneamento no Brasil e seus desdobramentos jurídicos
  • A disciplina do serviço público de saneamento
  • Direito material e processual aplicado ao saneamento ambiental
  • A relação entre saneamento, atividade econômica e políticas públicas
  • Universalização dos serviços e seus impactos jurídicos
  • Interface com o Direito Privado e o Código de Defesa do Consumidor
  • Consequências jurídicas do consumo de água e serviços essenciais
  • Responsabilidade do poder público na gestão e fiscalização
  • Estratégias de atuação judicial em demandas envolvendo saneamento

Além disso, a obra contempla as transformações legislativas recentes, incluindo o marco regulatório do setor, permitindo que você atue com base em um conteúdo atualizado e alinhado às exigências contemporâneas.

Ao considerar esta obra, você não está apenas acessando conteúdo teórico. Está incorporando uma base estratégica que facilita a prática jurídica, qualifica suas peças processuais e amplia sua visão crítica sobre o papel do saneamento no ordenamento jurídico. Trata-se de um material que contribui tanto para a atuação profissional quanto para o aprofundamento acadêmico, servindo como referência confiável em consultas técnicas e na construção de teses jurídicas consistentes.

Nesse contexto, o Direito do Saneamento Ambiental ganha centralidade. A busca pela universalização dos serviços, aliada às demandas por eficiência, regulação e responsabilidade estatal, tem ampliado significativamente o número de conflitos e discussões jurídicas na área. Estar preparado para lidar com essas questões deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência para quem deseja atuar com relevância.

A obra se mostra especialmente útil para:

  • Advogados que atuam ou desejam atuar com saneamento, meio ambiente e Direito do Consumidor
  • Magistrados e membros do Ministério Público que enfrentam demandas relacionadas ao setor
  • Procuradores e operadores do Direito envolvidos com políticas públicas
  • Estudantes de graduação e pós-graduação que buscam aprofundamento técnico
  • Pesquisadores interessados na interseção entre regulação, direitos fundamentais e desenvolvimento social

FAQ

O conteúdo está atualizado com a legislação recente?

Sim. A obra aborda as principais atualizações normativas, incluindo o marco regulatório do saneamento, com análise crítica e aplicada.

Há integração entre teoria e prática?

Sim. O conteúdo articula doutrina e jurisprudência, trazendo situações concretas e direcionamento para atuação profissional.

O livro aborda Direito do Consumidor?

Sim. A obra explora de forma consistente a relação entre a prestação dos serviços de saneamento e os direitos dos usuários.

Existe enfoque processual?

Sim. O livro trata da atuação em juízo, oferecendo fundamentos e estratégias para demandas envolvendo saneamento ambiental.

É útil para quem não atua diretamente na área?

Sim. Por ser multidisciplinar, o conteúdo amplia a compreensão sobre temas transversais relevantes em diversas áreas do Direito.

Ao final, esta obra se consolida como um instrumento de aprimoramento técnico e posicionamento profissional. Incorporar esse conhecimento à sua prática é fortalecer sua atuação com base sólida, visão estratégica e segurança jurídica em um dos campos mais relevantes do Direito contemporâneo.

 

Sumário

Apresentação

Introdução

PARTE I - FUNDAMENTOS DE DIREITO DO SANEAMENTO AMBIENTAL

CAPÍTULO 1

A evolução da concepção de Estado na história e a noção de serviço público das civilizações antigas às atuais

1.1 Introdução

1.2 A atividade do Estado no serviço público

1.2.1 A atividade do Estado na defesa de seu território

1.3 O serviço público na História

1.4 O serviço público no antigo Egito

1.5 O serviço público na Mesopotâmia

1.6 O serviço público na Babilônia

1.7 O serviço público na Grécia

1.8 O serviço público em Roma

1.9 O serviço público no Império Bizantino

1.10 O serviço público na Idade Média

1.11 A prestação dos serviços públicos na Inglaterra

1.12 Na França

1.13 O serviço público no Brasil

1.14 A antiga concepção de serviço público

1.15 Serviços públicos universais

1.16 A noção de serviço público de saneamento ambiental

CAPÍTULO 2

O serviço público no Direito Brasileiro e o saneamento ambiental

2.1 Introdução

2.1.1 Do conteúdo do serviço público

2.2 Conceito de serviço público

2.3 Serviço público na Constituição Federal de 1988

2.4 Princípios que regem os serviços públicos

2.5 Forma de prestação do serviço público

2.6 Classificação dos serviços públicos

2.7 O direito aos serviços públicos

2.8 Princípios constitucionais de direito do saneamento ambiental

2.9 Princípios infraconstitucionais de direito regulatório do saneamento ambiental

2.10 O problema dos loteamentos irregulares

2.11 A concessão de medidas de urgência para antecipar a universalização dos serviços de saneamento básico

2.12 Agrupamentos urbanos informais e a universalização do saneamento básico

CAPÍTULO 3

O Estado de Direito contemporâneo e o saneamento ambiental

3.1 Introdução

3.2 O saneamento básico e ambiental na órbita do Estado liberal de direito

3.2.1 O Estado liberal de direito e a realidade econômica e social europeia e a ausência de políticas de saneamento

3.2.2 No fim do século XIX e início do século XX surge o Estado Social

3.2.3 Características do Estado social de direito

3.3 Estado regulador e prestador de serviços

3.4 Breve história do saneamento no Brasil

3.5 Plano Nacional de Saneamento Ambiental

3.6 Gestão do saneamento ambiental

3.7 A remuneração como instrumento da gestão

3.8 Marco Regulatório do Saneamento Ambiental

3.9 Serviços de saneamento ambiental e atividade econômica

3.10 A postura do consumidor que promove a desordem social

3.11 Autonomia do direito do saneamento

3.12 Regime jurídico do direito do saneamento

CAPÍTULO 4

Fundamentos de Direito Material do saneamento ambiental

4.1 Introdução

4.2 Serviço público de saneamento básico e ambiental

4.3 Serviço público de água e esgoto - ­­­­­­­­­ um novo conceito

4.4 Conceito de saneamento

4.5 Índices de salubridade ambiental

4.6 Saneamento ambiental e saúde pública

4.7 Saneamento ambiental e meio ambiente

4.8 Serviço público de água e esgoto - serviço especializado

4.9 Saneamento e água no mundo

4.10 Política Nacional de Recursos Hídricos

4.11 Consumo sustentável da água

4.12 Da exploração dos recursos hídricos

4.13 Fonte alternativa de consumo de água

4.14 Forma de faturamento de fonte alternativa

4.15 Competência para o serviço de saneamento

4.15.1 Regulação do Saneamento e competência dos entes federativos

4.16 A cobrança pelo uso da água

4.17 O valor econômico da água

4.18 Fundamento legal da cobrança

4.19 Da aplicação dos valores cobrados

4.20 O saneamento ambiental no plano do Estatuto da Cidade

PARTE II - O SANEAMENTO AMBIENTAL À LUZ DO DIREITO PRIVADO

E DAS RELAÇÕES DE CONSUMO

CAPÍTULO 5

O serviço público de saneamento ambiental à luz do Código de Defesa do Consumidor

5.1 Introdução

5.1.1 Direitos fundamentais e saneamento ambiental

5.2 O destinatário final do produto ou serviço

5.3 Relação de consumo

5.4 Modalidade contratual

5.5 A água como produto

5.6 O esgoto como serviço

5.7 Da continuidade dos serviços públicos essenciais de consumo

5.7.1 Natureza dos serviços públicos essenciais

5.8 Serviços essenciais no direito brasileiro

5.9 Prática abusiva nas relações de consumo

5.9.1 Hipótese de falha desculpável

5.10 A boa-fé na prestação dos serviços

5.11 A proteção contratual nas relações com os serviços de saneamento

5.12 A cobrança pela prestação de serviços

5.13 Celebração de contratos

5.14 Da validade dos contratos

5.15 Da lesão nos contratos

CAPÍTULO 6

Função social do saneamento ambiental

6.1 Introdução

6.2 A compreensão da função social do saneamento ambiental

6.3 Da razão da função social

6.4 A atuação do Poder Público para cumprir a função social do saneamento ambiental

6.5 A função econômica do saneamento ambiental

6.6 A função social do saneamento ambiental no Código Civil

6.7 Natureza jurídica do saneamento ambiental

CAPÍTULO 7

Saneamento ambiental no plano do direito das obrigações

7.1 Introdução

7.2 Obrigação

7.3 Conceito de obrigação

7.4 Objeto da obrigação

7.5 Estrutura da obrigação

7.5.1 Sujeitos

7.5.2 Vínculo jurídico

7.5.3 Objeto

7.6 Obrigação e responsabilidade civil

7.7 A obrigação e o conflito de interesse

7.8 A obrigação do credor

7.9 A obrigação do devedor

7.10 A obrigação do terceiro

7.11 Espécies de obrigações

7.12 A obrigação de dar

7.13 A obrigação de fazer

7.14 A obrigação de não fazer

7.15 As fontes das obrigações

CAPÍTULO 8

A obrigação decorrente da prestação dos serviços de saneamento básico e ambiental

8.1 Introdução

8.2 Breves considerações da Teoria das Obrigações

8.3 A dinâmica do Direito Civil e a concepção moderna de obrigação

8.4 A relação jurídica de direito real

8.5 Conceito de obrigação propter rem na doutrina brasileira

8.6 Nosso entendimento

8.7 Natureza jurídica da obrigação propter rem

8.8 As obrigações propter rem nas relações condominiais

8.9 As obrigações propter rem nas relações não condominiais

8.10 Características das obrigações “propter rem”

8.11 O proprietário e a obrigação pelo pagamento das tarifas dos serviços de água e esgoto

8.12 O âmbito da obrigação propter rem

CAPÍTULO 9

A solidariedade no serviço público de saneamento básico e ambiental

9.1 Introdução

9.2 O princípio da solidariedade

9.3 Fontes da obrigação solidária

9.4 Função da solidariedade

9.5 A força da obrigação solidária

9.6 O locatário como terceiro na relação jurídica

9.6.1 Possibilidade de denunciação da lide

9.6.1.1 Hipóteses em que a denunciação da lide pode ser autorizada

9.7 O invasor do imóvel

9.7.1 A medida de força do proprietário ou possuidor

9.7.2 A medida adotada pelo prestador de serviços

CAPÍTULO 10

Do consumo irregular de água

10.1 Introdução

10.2 Espécies de irregularidades

10.3 Conceito de irregularidade

10.3.1 Fraude

10.3.2 Ligação clandestina

10.3.3 Ligação direta

10.3.4 O furo na cúpula do hidrômetro

10.3.5 A raspagem no hidrômetro

10.4 Imóvel fechado

10.5 O imóvel com vazamento

10.6 A obrigação de preservar as instalações

10.7 Da vistoria feita pelo fornecedor

10.8 Da preservação do equipamento de hidrômetro

10.9 Do depósito do equipamento de hidrômetro

CAPÍTULO 11

Efeitos do consumo irregular de água

11.1 Introdução

11.2 Fraude ou furto

11.3 Conceito de furto para efeito penal

11.4 Conceito de furto para efeito civil

11.5 O ato ilícito como fonte das obrigações

11.5.1 Consequências civis do furto de água

11.6 Da apuração da irregularidade

11.7 O exame predial

11.8 Procedimento da administração

11.9 O procedimento da administração pública

11.10 A legalidade do procedimento administrativo

CAPÍTULO 12

Do combate ao consumo irregular de água

12.1 Introdução

12.2 No Estado de São Paulo

12.3 No Estado do Rio Grande do Sul

12.4 No Estado de Santa Catarina

12.5 No Estado do Ceará

12.6 No Distrito Federal

12.7 No Estado de Pernambuco

12.8 No Estado do Maranhão

12.9 Do entendimento dos tribunais quanto à existência do furto de água

12.10 Irregularidade no aparelho medidor e danos morais

CAPÍTULO 13

Ônus da prova no saneamento ambiental

13.1 Introdução

13.2 Conceito

13.3 Antecedentes históricos

13.4 A doutrina consumerista

13.5 Nosso entendimento sobre a inversão do ônus da prova

13.6 Do ônus processual

13.7 Nos casos de serviços de água e coleta de esgoto

13.8 O processo tecnológico e os novos meios de provas

13.9 O valor jurídico das telas sistêmicas contidas em plataformas digitais

13.10 Análise funcional e estruturante do valor jurídico das telas sistêmicas

CAPÍTULO 14

Pagamento indevido no saneamento ambiental

14.1 Introdução

14.2 Origens históricas

14.3 Conceito

14.4 O sistema do Código Civil

14.5 Natureza jurídica do pagamento indevido

14.6 O sistema do Código de Defesa do Consumidor

14.7 A água e esgoto

14.8 Ação in rem verso

14.9 Legitimidade

14.10 Natureza jurídica da ação

14.11 Pagamento e quitação nos serviços de água e coleta de esgoto

14.11.1 Lugar do pagamento da obrigação

14.12 Da mora

14.13 Efeitos da mora do devedor

14.14 Efeitos da mora do credor

14.15 Extinção da mora

14.16 Correção monetária nos serviços de água e esgoto

14.17 Dos juros nos serviços de água e esgoto

14.17.1 Interpretação teleológica funcional estruturante dos juros

14.18 Possibilidade de devolução de valores cobrados indevidamente

CAPÍTULO 15

A cláusula penal no serviço de saneamento ambiental

15.1 Introdução

15.2 Conceito de cláusula penal

15.3 Objetivo da cláusula penal

15.4 Espécies de cláusula penal

15.5 Aspecto penal da cláusula moratória e compensatória

15.6 Relação entre o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor

15.7 Da aplicabilidade da cláusula penal compensatória no Código de Defesa do Consumidor

15.8 Da aplicação da cláusula penal moratória no Código de Defesa do Consumidor

15.9 Possibilidade de fixação da cláusula penal moratória nos contratos de fornecimento de água e coleta de esgoto

15.10 Possibilidade de fixação da cláusula compensatória nos contratos de fornecimento de água e coleta de esgoto

CAPÍTULO 16

Responsabilidade civil decorrente do serviço de saneamento ambiental

16.1 Introdução

16.2 Responsabilidade civil do Estado

16.2.1 Fundamento

16.3 Breve histórico da responsabilidade civil do Estado

16.4 Constituição do Império do Brasil de 1824

16.5 Constituição Federal de 1891

16.6 Constituição Federal de 1934

16.7 Constituição Federal de 1937

16.8 Constituição Federal de 1946

16.9 Constituição Federal de 1967/69

16.10 Constituição Federal de 1988

a) Teoria da Culpa Administrativa

b) Teoria do Risco Administrativo

c) Teoria do Risco Integral

16.11 Responsabilidade civil objetiva

16.11.1 Responsabilidade civil do Estado na relação de consumo

16.11.2 Excludentes de responsabilidade civil do Estado

16.11.2.1 Culpa da vítima

16.11.2.1.1 Hipótese de ausência de responsabilidade civil do fornecedor

16.11.2.2 Culpa concorrente

16.11.2.3 Culpa de terceiro

16.12 Possibilidade de suspensão do fornecimento do serviço público

16.13 O âmbito da temática

16.14 Dano moral no serviço de saneamento ambiental

CAPÍTULO 17

Da remuneração do serviço público de saneamento ambiental

17.1 Introdução

17.2 Conceito de remuneração

17.3 A temática tarifa x taxa

17.4 O sistema tarifário

17.5 Do caráter social da tarifa

17.6 Diferenças entre taxa e tarifa

17.7 A tarifa

17.8 A taxa

17.9 A política tarifária

17.10 Da Obrigação dos Estados de implementar a política tarifária

17.11 Possibilidade de cobrança dos serviços de coleta de esgoto por taxa ou tarifa

CAPÍTULO 18

Da prescrição dos serviços de saneamento ambiental

18.1 Introdução

18.2 Conceito de prescrição

18.2.1 Fundamento da prescrição

18.3 Prescrição quinquenal

18.4 Prescrição no Código de Defesa do Consumidor

18.5 Prescrição no Código Civil de 1916

18.6 Prescrição do Código Civil de 2002

PARTE III - DIREITO PROCESSUAL DO SANEAMENTO AMBIENTAL

E SUA DEFESA EM JUÍZO

CAPÍTULO 19

A tutela processual do saneamento ambiental em juízo

19.1 Introdução

19.2 Relação jurídica de direito processual especial

19.3 Inovações do novo Código de Processo Civil

19.4 Fundamento jurídico da tutela de urgência no saneamento ambiental

19.4.1 Requisitos para apreciação da medida de urgência no saneamento ambiental

19.5 Do objetivo da tutela de urgência

19.6 Da concessão de tutela de urgência

19.7 Da desconsideração da personalidade jurídica da empresa

19.8 Circunstâncias de análise funcional estruturante

19.9 Momento para aplicação

19.10 Uma medida de força do Estado de Direito para a efetivação da prestação jurisdicional

CAPÍTULO 20

Interpretação funcional estruturante das normas de saneamento ambiental em juízo

20.1 Introdução

20.2 Hermenêutica funcional estruturante

20.3 Posturas dos devedores contrárias à ordem do Estado

20.4 Perguntas que o magistrado deve fazer aos devedores

20.5 Objetivos da hermenêutica funcional estruturante

CAPÍTULO 21

A efetividade da prestação jurisdicional no saneamento ambiental

21.1 Introdução

21.2 A atividade do Estado de Direito e a realização da justiça

21.3 A efetividade do Processo Civil

21.4 A tutela processual executiva

21.5 Técnica processual de combate aos jurisdicionados

21.6 Tutela jurisdicional diferenciada para combater jurisdicionados

21.7 Termo inicial para cumprimento da sentença pelos jurisdicionados

21.8 Da aplicação da multa

21.9 Da forma de cumprimento da sentença para expropriação dos bens dos devedores

21.10 Da atuação do magistrado contra a ação dos jurisdicionados

21.11 Alguns problemas podem surgir

21.12 Da penhora e da avaliação dos bens dos jurisdicionados

21.13 Dos honorários advocatícios no cumprimento de sentença

21.14 Da impugnação

21.15 Um não à eternização da fase de cumprimento de sentença

CAPÍTULO 22

Aplicação prática das tutelas funcionais estruturantes no saneamento ambiental

22.1 Introdução

22.2 A ofensa à ordem jurídica pelo devedor

22.3 O fundamento da cobrança e da execução

22.4 Da inexistência do ferimento ao direito de defesa do réu

22.5 Do pedido de tutela de urgência para que o devedor pague as prestações devidas

22.6 A efetividade da função social na aplicação do direito

CAPÍTULO 23

Laboratório de aplicação prática na advocacia de saneamento básico e ambiental

23.1 Introdução

23.2 Conhecendo o método do direito do saneamento

23.3 Advocacia interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar

23.4 O Método Funcional Estruturante da advocacia do saneamento ambiental

23.5 O sistema de interpretação funcional estruturante

23.6 A visão do profissional da advocacia do saneamento - visão do autor da ação

23.7 A visão do profissional da advocacia do saneamento - visão do réu da ação

23.8 Situação prática nas demandas judiciais

23.8.1 Protesto de consumidores

23.8.2 Corte de água

23.8.3 Declaração de inexistência de negócio jurídico

23.8.4 Reparação de danos materiais e morais

23.8.4.1 Responsabilidade por acidente na via pública por falta de manutenção

23.8.4.2 Responsabilidade por refluxo de esgoto de córrego

23.8.4.3 Responsabilidade por ocupação de área non aedificandi e de preservação permanente

23.8.5 Cerceamento de defesa por ausência de oitiva de testemunhas

23.8.6 A importância e validade da prova técnica

Conclusão

Referências

Francisco José Carvalho

Mestre em Função Social do Direito pela Fadisp/SP. Pós-Graduado em Direito Ambiental pela USP. Pós-Graduado em Direito Civil pela Uni-FMU. Pós-Graduado em Políticas Públicas pela Uninter. Graduado em Direito pela Uni-FMU. Professor da graduação e pós-graduação da Anhanguera Educacional. Autor de várias obras jurídicas e humanidades. Advogado e Consultor Jurídico.