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Ref: LIV-JH-ACCR-26
Por: Francisco Dirceu Barros
Edição: 3ª Edição
Publicação: 04/2026
Páginas: 408 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,500g
Dimensões: 16 x 23cm
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A forma como você conduz acordos criminais hoje pode determinar não apenas o resultado do processo, mas a percepção de valor do seu trabalho como advogado. Esta obra coloca você em um novo patamar de atuação ao revelar, com clareza e profundidade, como utilizar a justiça penal consensual de maneira estratégica, segura e alinhada às exigências atuais dos tribunais. Ao longo da leitura, você percebe que não se trata apenas de compreender institutos — mas de dominar decisões que impactam diretamente seus casos.

Com uma abordagem que conecta teoria sólida à prática forense, o conteúdo permite que você identifique oportunidades, antecipe cenários e atue com mais confiança em negociações penais. Além disso, as atualizações recentes e a análise da jurisprudência consolidada fazem com que você não apenas acompanhe o Direito, mas esteja um passo à frente na sua aplicação. É o tipo de material que reduz incertezas e amplia sua autoridade técnica no dia a dia.

Principais tópicos abordados:

  • Fundamentos da justiça penal consensual
  • Princípios estruturantes dos acordos criminais
  • Acordo de não persecução penal (ANPP) — teoria e prática atualizada
  • Requisitos, vedações e estratégias no ANPP
  • Transação penal em diferentes contextos jurídicos
  • Suspensão condicional do processo
  • Composição civil e seus efeitos práticos
  • Colaboração premiada com enfoque técnico
  • Atualizações da Resolução nº 181 do CNMP (Resolução nº 289/2024)
  • Jurisprudência recente do STF e STJ (2024–2026)
  • Tabelas práticas para aplicação do ANPP em diversas leis

Ao incorporar esse conteúdo à sua atuação, você transforma conhecimento em vantagem prática. Mais do que um estudo, trata-se de um investimento direto na sua capacidade de decidir melhor, atuar com mais precisão e consolidar uma posição de destaque no cenário jurídico atual.

A advocacia criminal que antecipa cenários não apenas acompanha a lei — ela domina os mecanismos que transformam o processo.

Ao longo desta obra, você é conduzido por uma reflexão madura e profundamente conectada à realidade do sistema penal brasileiro: a transição inevitável de um modelo tradicional, moroso e oneroso, para uma lógica estratégica baseada na consensualidade. Fruto de décadas de atuação, estudo e observação crítica, o conteúdo não se limita a expor institutos — ele revela como utilizá-los com precisão técnica e visão prática no seu cotidiano profissional.

Com uma abordagem que equilibra densidade teórica e aplicabilidade imediata, o autor propõe uma mudança de mentalidade essencial para quem atua na área penal. Ao invés de enfrentar o processo como único caminho, você passa a compreender — e dominar — as alternativas negociais como instrumentos legítimos, eficazes e, muitas vezes, mais vantajosos para o seu cliente. Nesse contexto, cada capítulo foi pensado para ampliar sua capacidade de decisão estratégica.

Além disso, a obra incorpora as mais recentes atualizações normativas e jurisprudenciais, incluindo as modificações da Resolução nº 181 do CNMP (atualizada pela Resolução nº 289/2024), bem como a consolidação do entendimento dos tribunais superiores entre 2024 e 2026. Isso significa que você não estará apenas estudando — estará se alinhando com o que efetivamente está sendo aplicado nos tribunais.

Ao mergulhar neste conteúdo, você passa a operar com mais segurança, previsibilidade e autoridade. Não se trata apenas de adquirir conhecimento, mas de reposicionar sua atuação profissional diante de um sistema penal que já exige, na prática, uma postura mais estratégica, técnica e atualizada.

 

Principais tópicos abordados e atualizações relevantes

Entre os temas centrais que estruturam a obra, destacam-se:

  • Fundamentos e evolução da justiça penal consensual no Brasil
  • Princípios estruturantes dos acordos criminais
  • Acordo de não persecução penal (ANPP), com análise aprofundada de requisitos, hipóteses e aplicação prática
  • Composição civil e seus efeitos jurídicos
  • Transação penal em múltiplos contextos (inclusive eleitoral, ambiental e militar)
  • Suspensão condicional do processo e suas implicações estratégicas
  • Colaboração premiada, com enfoque técnico e jurisprudencial
  • Interpretação prática de decisões recentes do STF e do STJ
  • Tabelas sistematizadas que facilitam a identificação de cabimento do ANPP em diversas legislações

Além disso, a obra traz:

  • Atualização completa até 2026
  • Análise das mudanças introduzidas pelas resoluções mais recentes do CNMP
  • Integração entre teoria, jurisprudência e prática forense

Por que adquirir esta obra

Ao incorporar este material à sua rotina, você ganha mais do que conhecimento técnico — você ganha tempo, clareza e segurança decisória.

Na prática, isso se traduz em:

  • Maior assertividade na condução de casos penais
  • Capacidade de identificar oportunidades negociais que outros profissionais ignoram
  • Redução de riscos processuais por decisões mal fundamentadas
  • Otimização do seu tempo com conteúdos organizados e aplicáveis
  • Fortalecimento da sua argumentação com base em entendimentos atualizados dos tribunais superiores

Além disso, a estrutura didática e os exemplos práticos permitem que você leve o conteúdo diretamente para sua atuação profissional, sem depender de interpretações complexas ou dispersas.

 

A relevância da obra no cenário jurídico atual

O Direito Penal contemporâneo já não comporta uma atuação puramente reativa. A crescente valorização dos mecanismos consensuais exige que você domine não apenas a lei, mas a estratégia por trás dela.

Nesse contexto, esta obra se posiciona como um instrumento essencial para quem deseja atuar com protagonismo. Ela conecta você às tendências mais relevantes do sistema penal, permitindo uma atuação alinhada com a eficiência, a celeridade e a racionalidade processual.

Ignorar essa transformação significa atuar com ferramentas do passado em um sistema que já opera com novas dinâmicas. Por outro lado, dominar esses institutos coloca você em uma posição diferenciada no mercado jurídico.

 

Público-alvo

Este material foi desenvolvido especialmente para:

  • Advogados criminalistas que buscam atuação estratégica e atualizada
  • Promotores de Justiça que desejam aprofundar a aplicação prática dos acordos
  • Defensores Públicos que atuam diretamente na negociação penal
  • Magistrados interessados na compreensão sistêmica dos institutos consensuais
  • Estudantes de Direito que desejam uma formação sólida e contemporânea
  • Candidatos a concursos públicos com foco em Direito Penal e Processual Penal

Também é altamente recomendado para profissionais que desejam se destacar pela capacidade de antecipar soluções e conduzir casos com inteligência jurídica.

 

Perguntas frequentes (FAQ)

A obra está atualizada com as mudanças mais recentes?

Sim. O conteúdo contempla atualizações legislativas e jurisprudenciais consolidadas até 2026.

O livro é mais teórico ou prático?

Ele equilibra ambos. Você encontrará fundamentos sólidos aliados a aplicações práticas diretamente utilizáveis na atuação profissional.

Há análise de jurisprudência relevante?

Sim. A obra integra decisões recentes do STF e do STJ, essenciais para a atuação estratégica.

O acordo de não persecução penal é tratado de forma aprofundada?

Sim. O ANPP é explorado em detalhes, com requisitos, hipóteses, cálculos e situações práticas.

Esse material ajuda na atuação profissional imediata?

Sem dúvida. A estrutura foi pensada para aplicação direta no dia a dia forense.

Também é útil para concursos públicos?

Sim. O conteúdo é atualizado, organizado e altamente relevante para provas jurídicas.

Fechamento institucional

A forma como você conduz seus casos penais hoje define não apenas seus resultados, mas sua posição no mercado jurídico.

Ao integrar este conteúdo à sua prática, você passa a atuar com mais clareza, estratégia e domínio técnico sobre um dos temas mais decisivos do Direito Penal contemporâneo. Trata-se de um material que não apenas informa, mas orienta decisões, reduz incertezas e amplia suas possibilidades de atuação.

Se a sua intenção é exercer uma advocacia penal mais eficiente, atualizada e estrategicamente posicionada, este é o tipo de conhecimento que naturalmente se torna indispensável na sua rotina profissional.

 

Sumário

CAPÍTULO 1

NOÇÕES GERAIS SOBRE OS ACORDOS CRIMINAIS

1.1 Breves considerações

1.2 Resposta estatal ao crime

1.3 Sistemas de justiça: os modelos clássico e moderno do enfrentamento de casos delituosos

1.4 Sistema de justiça clássico ou adversarial

1.5 Sistema de justiça moderno ou diversionista ou composicionista

1.6 Os acordos criminais e a garantia constitucional de celeridade

1.7 Os modelos de acordos criminais

1.8 O processo de expansão do direito penal e os acordos criminais

1.9 Os acordos criminais e o princípio acusatório

1.9.1 O princípio acusatório

CAPÍTULO 2

PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DOS ACORDOS CRIMINAIS

2.1 Noções gerais

2.2 Princípio da eficiência na persecução penal

2.3 Princípio da efetividade na persecução penal

2.4 Princípio da economia dos atos que integram a persecução penal

2.5 Princípio da minimização dos danos causados à vítima

2.6 A terceira via do Direito Penal e a reparação dos danos causados à vítima

2.7 Princípio da voluntariedade objetiva

2.8 Princípio da informação integral

2.9 Princípio dos indícios criminais veementes

2.10 Princípio da correlação entre fatos narrados e a condição equiparada acordada

2.11 Princípio da não persecução adversarial (ou conflitiva)

2.12 Exemplos da Aplicação Prática do Princípio

2.13 Princípio da tutela da expectativa consensual legítima

2.14 Princípio da discricionariedade persecutória regrada

2.15 Princípio da divisibilidade na ação penal pública

2.16 Princípio da simplicidade/informalidade

2.17 Princípio da instrumentalidade das formas consensuais

2.18 Princípio da bilateralidade dos atos consensuais (ut des)

2.19 Da desnecessidade de realização de nova audiência e os princípios estruturantes do acordo de não persecução penal

CAPÍTULO 3

ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL

3.1 Introdução ao acordo de não persecução penal

3.2 Conceito

3.3 Natureza Jurídica

3.4 A resolução 183 e sua validade remanescente após a publicação da Lei nº 13.964/19

3.5 Acordo de não persecução penal: as penas e as terminologias

3.6 O acordo de não persecução penal e as opções diversionistas

3.7 O acordo como direito subjetivo do acordante

3.8 Requisitos do Acordo de Não Persecução Penal

3.9 Hipóteses de cabimento do Acordo de Não Persecução Penal

3.9.1 Dos requisitos primários

3.9.2 Dos requisitos secundários

3.10 Requisito subjetivo personalíssimo

3.10.1 Dos requisitos primários

3.11 Estudo dos requisitos primários

3.11.1 Requisito primário número 01: não ser o caso de arquivamento;

3.11.2 Requisito primário número 02: o investigado deve confessar formal e circunstanciadamente a prática de infração penal;

3.11.2.1 Elementos da confissão válida

3.11.2.2 Requisitos formais

3.11.2.3 Espécies de confissões vedadas

3.11.2.4 Relato circunstanciado acerca do fato

3.11.3 Requisito primário número 03: a infração penal foi cometida sem violência ou grave ameaça

3.11.3.1 O Cálculo da Pena Mínima: Aspectos Práticos Relevantes

3.11.3.2 O Cálculo no Concurso de Crimes

3.11.3.3 Resumo Prático do Cálculo da Pena Mínima para o ANPP

3.11.4 Requisito primário número 05: aceitação voluntária de condições ajustadas cumulativa ou alternativamente

3.12 Aspecto prático relevante: e se o autor não tiver condições?

3.13 A Segunda Condição Ajustada

3.14 A Terceira Condição Ajustada

3.15 A Quarta Condição Ajustada

3.16 A Quinta Condição Ajustada

3.17 Dos requisitos secundários (Vedações ao acordo de Não Persecução Penal)

3.18 O acordante não pode ser reincidente

3.18.1 Resumo Prático

3.19 Os elementos probatórios que indiquem conduta criminal habitual, reiterada ou profissional

3.19.1 Resumo Prático

3.20 O Acordante se Encontrar em Local Incerto e Não Sabido

3.21 Acordo de Não Persecução Penal e Colaboração Premiada

3.22 Acordo de Não Persecução Penal e o Crime de Racismo

3.23 Requisito Subjetivo Personalíssimo

3.24 A Formalização do Acordo de Não Persecução Penal

3.25 A descoberta da mentira antes e depois da homologação

3.26 Negativa do membro do Ministério Público em propor ANPP

3.27 Discordância do juiz em homologar o ANPP

3.28 Discordância do promotor em propor o acordo de concordância do juiz

3.29 Interferência do juiz nas condições ajustadas

3.30 Necessidade do defensor

3.30.1 Posição Divergente

3.31 Execução do acordo de não persecução penal

3.32 Intimação da vítima

3.33 Descumprimento das condições ajustadas

3.34 A novação no acordo de não persecução penal

3.35 Cumprimento integral do acordo

3.36 O acordo de não persecução penal em ações de competência originária

3.36.1 Posição Divergente

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NO CÓDIGO PENAL COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) – (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NO ESTATUTO DO DESARMAMENTO (Lei nº 10.826/2003) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NA LEI nº 11.343/2006 (LEI DE DROGAS) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL – ANPP (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NA LEI nº 13.869/2019 (ABUSO DE AUTORIDADE) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO (Lei nº 9.503/1997) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NA LEI nº 9.605/1998 (CRIMES AMBIENTAIS) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NA LEI nº 8.666/1993 (LEI DE LICITAÇÕES) COM POSSIBILIDADE DE ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

TABELA DE CRIMES PREVISTOS NA LEI nº 8.137/1990 (CRIMES CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA, ECONÔMICA E CONTRA AS RELAÇÕES DE CONSUMO) COM ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL JUDICIAL (ANPP) (em vista da pena mínima cominada)

CAPÍTULO 4

COMPOSIÇÃO CIVIL

4.1 Conceito

4.2 A renúncia da representação e da queixa

4.3 Intervenção do Ministério Público na composição civil

4.4 Necessidade de homologação

4.5 A composição civil e as espécies de ação penal

4.6 Aspecto prático relevante: A composição civil em ação pública incondicionada extingue a punibilidade?

4.6.1 Posição Divergente

4.7 A composição civil e o título executivo

4.8 Efeito do cumprimento da composição civil

4.8.1 Posição Divergente

4.9 Quando não é possível a composição civil

4.10 A autonomia da composição civil perante a transação penal

4.11 A composição restaurativa

CAPÍTULO 5

DA TRANSAÇÃO PENAL

5.1 Introdução ao estudo da transação penal

5.2 Conceito

5.3 Vedações da transação penal

5.4 Legitimidade para propor a transação penal

5.5 Aspecto prático relevante: Quem deve fazer a proposta de transação penal nos crimes de ação privada?

5.6 Aceitação da proposta de transação penal

5.7 Discordância do juiz em homologar a transação penal

5.8 Concordância do juiz e discordância do representante do Ministério Público

5.9 Divergência entre o autor do delito e seu defensor

5.10 Direito subjetivo versus faculdade regrada

5.11 A transação penal e o concurso de pessoas

5.12 A transação penal e o concurso de crimes

5.13 A transação penal e a tentativa

5.14 Aceitação da proposta de transação penal e cumprimento das condições

5.15 Consequências processuais acerca do descumprimento injustificado da transação penal

5.16 Transação penal após o recebimento da denúncia

5.17 Síntese do procedimento penal sumaríssimo

5.18 A transação penal no Estatudo do Idoso

5.19 Transação penal eleitoral

5.20 A Transação Penal e os Crimes Eleitorais que Possuem um Sistema Punitivo Especial

5.21 O Sistema Punitivo Especial e a Transação Penal com Proposta Previamente Determinada

5.22 A transação penal na Justiça Militar

5.23 A transação penal nos crimes ambientais

5.24 A transação penal e os crimes de trânsito

5.25 A transação penal e o júri

5.26 A transação penal e a ação de indenização por danos materiais

5.27 A transação penal e o confisco

5.28 A transação penal e o Habeas Corpus

5.29 Teses do STJ. Tema: transação penal

CAPÍTULO 6

SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO

6.1 Introdução ao estudo da suspensão condicional do processo

6.2 Conceito

6.3 Requisitos e vedações da suspensão condicional do processo

6.4 Condições da suspensão condicional do processo

6.5 Legitimidade para propor a suspensão condicional do processo

6.6 Discordância do juiz da proposta de suspensão condicional do processo

6.7 Concordância do juiz e discordância do representante do Ministério Público

6.8 Direito subjetivo versus faculdade regrada

6.9 Posições doutrinárias

6.9.1 A suspensão condicional do processo e o concurso de pessoas

6.9.2 A suspensão condicional do processo e o concurso de crimes

6.9.3 A suspensão condicional do processo e a tentativa

6.10 Cumprimento das condições da suspensão condicional do processo

6.10.1 A extinção da punibilidade pelo cumprimento das condições e os maus antecedentes

6.10.2 Descumprimento das condições estipuladas na suspensão condicional do processo

6.10.3 A revogação da suspensão condicional do processo pode ser obrigatória ou facultativa

6.10.4 O descumprimento das condições impostas na suspensão condicional e a conduta social

6.10.5 A suspensão condicional do processo e a desclassificação do crime e na procedência parcial da pretensão punitiva

6.11 A tese firmada pelo STJ reforça os termos da Súmula 337 do próprio tribunal

6.12 Desclassificação e o júri

6.13 Suspensão condicional do processo e júri

6.14 Teses do STJ. Tema: suspensão condicional do processo

CAPÍTULO 7

COLABORAÇÃO PREMIADA

7.1 Origem da colaboração premiada

7.2 Conceito

7.3 Finalidades da colaboração premiada

7.4 Momento em que pode ser realizada a colaboração premiada

7.5 Natureza jurídica da colaboração premiada

7.6 Medidas que não podem ser decretadas com fundamento apenas nas declarações do colaborador

7.6.1 Posição divergente

7.7 Possibilidade jurídica

7.8 Requisitos para concessão

7.9 Eficácia da colaboração premiada

7.9.1 Indagação prática

7.10 Conteúdo da colaboração premiada

7.11 Colaboração premiada versus delação premiada

7.11.1 Indagação didática

7.12 O crime cometido pelo colaborador quando prestar depoimento falso

7.13 O caráter personalíssimo da colaboração

7.14 Os benefícios da colaboração premiada

7.14.1 Indagação prática

7.15 Direitos do colaborador

7.16 A retratação da proposta de colaboração premiada

7.17 O colaborador na condição de informante

7.18 Renúncia ao direito do silêncio

7.19 A concessão do benefício e a personalidade do colaborador

7.20 A colaboração premiada e o princípio do contraditório

7.20.1 Indagação prática

7.21 A necessidade de homologação do acordo de colaboração premiada

7.22 O sigilo das informações da colaboração premiada

7.23 O direito subjetivo à percepção dos benefícios da colaboração

7.24 Suspensão do prazo para oferecimento de denúncia e da prescrição

7.25 Rejeição do acordo

7.25.1 Indagação prática

7.26 O descumprimento de acordo de colaboração premiada e decretação da prisão preventiva

7.27 Diversos aspectos relacionados com a homologação do acordo analisados pelo STF

7.28 A colaboração premiada e o princípio nemo tenetur se detegere

7.29 As tratativas de negociação e a Lei 13.964/19

OBSERVAÇÃO DO AUTOR

REFERÊNCIAS

Francisco Dirceu Barros

Mestre em Direito. Procurador-Geral de Justiça do Estado de Pernambuco (2017 até janeiro 2021), Subprocurador Geral Jurídico (2021 até 2022), Vice-Presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União – CNPG, Região Nordeste (2019/2020), Vice-Presidente do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC-2019/2021), Coordenador do Grupo Nacional de Apoio às Coordenadorias Eleitorais(2019/2020), Promotor de Justiça Criminal e Eleitoral durante 24 anos. Professor do curso de pós-graduação da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco, Professor do curso de pós-graduação em Processo Penal no CERS, Professor do curso de mediação de conflitos da Escola Superior do Ministério Público do Ceará/UNIFOR, ex-Professor universitário, ex-Professor da EJE (Escola Judiciária Eleitoral) no curso de pós-graduação em Direito Eleitoral, com vasta experiência em cursos preparatórios aos concursos do Ministério Público e Magistratura, lecionando as disciplinas de Direito Eleitoral, Direito Penal, Processo Penal, Legislação Especial e Direito Constitucional. Ex-Colunista da Revista Prática Consulex, seção “Casos Práticos”; Colaborador da Revista Jurídica Jus Navigandi; Colaborador da Revista Jurídica Jus Brasil; Colaborador da Revista Síntese de Penal e Processo Penal; Colaborador do Blog Gen Jurídico; Colaborador do Blog “Eleitoralistas”; Colaborador do Blog “Novo Direito Eleitoral”. Autor de diversos artigos em revistas especializadas. Escritor com 74 (setenta e quatro) livros lançados, entre eles: Direito Eleitoral, 14ª edição, Editora Método; Tratado Doutrinário de Direito Penal, Editora Mizuno, Prefácios: Fernando da Costa Tourinho Filho, José Henrique Pierangeli, Rogério Greco e Julio Fabbrini Mirabete; Tratado Doutrinário de Processo Penal, Editora Mizuno, Prefácios: Rogério Sanches e Gianpaolo Poggio Smanio; Recursos Eleitorais, 2ª Edição, Editora Mizuno; Direito Eleitoral Criminal, 1ª Edição, Tomos I e II, Editora Juruá; Manual do Júri, 4ª Edição, Editora Mizuno, Prefácio: Edilson Mougenot Bonfim; Manual de Prática Eleitoral, 5ª edição, Prefácio: Humberto Jacques Medeiros, Vice-Procurador-Geral Eleitoral, Editora Mizuno; “Tratado do Homicídio”, Editora Fórum; Tratado Doutrinário de Direito Penal, volumes I, II e III, Editora Mizuno. Coautor e um dos coordenadores do livro “Acordo de Não Persecução Penal”, Editora Juspodivm; Coautor dos livros: 1) “Feminicídio”, Editora Mizuno, Prefácio: Laurita Vaz, Ministra do STJ; 2) “Teoria e Prática do Acordo de Não Persecução Penal”, Editora Mizuno; 3) “(In)Fidelidade Partidária”, Editora Mizuno, Prefácio: Airyes Britto, ex-Ministro do STF. Autor do maior estudo de direito penal consensual já realizado no Brasil, o livro: “Acordos Criminais”, Prefácio: Og Fernandes, do STJ, Editora Mizuno; e autor dos livros: “Krisis, oportunidades em tempos de adversidades” e “Princípios Bíblicos Para Superar Crises”, todos da Editora Mizuno.