Processo Penal e Tecnologia - Temas Atuais (2026)

Edição: 1ª Edição
Publicação: 08/2026
Páginas: 590
Capa: Brochura
Peso: 0,905g
Dimensões: 16x23cm

A investigação criminal e a produção de provas passaram a depender de tecnologias que, poucos anos atrás, sequer figuravam nos tribunais. Inteligência artificial, reconhecimento facial e prova digital já decidem o rumo de processos concretos, e quem atua na esfera penal precisa dominar seus limites jurídicos.

Esta obra reúne estudos que aproximam o Direito, a tecnologia e a prática processual penal, examinando com rigor os benefícios, os riscos e as garantias que devem acompanhar cada nova ferramenta de investigação e decisão.

O leitor encontrará análise aplicada dos seguintes temas:

  • Inteligência artificial aplicada ao processo penal
  • Prova digital, blockchain e cadeia de custódia
  • Reconhecimento facial e videovigilância em massa
  • Predição algorítmica e decisões judiciais
  • Malware como meio de obtenção de prova
  • OSINT e o percurso do dado aberto à prova válida
  • Câmeras corporais e controle da atuação policial
  • Sistemas de risk assessment na prisão preventiva
  • Cibercrimes e o modelo probatório adequado
  • Cooperação internacional e a crise do MLAT
  • Inteligência artificial na execução penal
  • Regulação do uso de IA nos sistemas de justiça

Para quem precisa sustentar teses e enfrentar provas tecnológicas com segurança, dominar este conteúdo deixou de ser diferencial e tornou-se exigência da atuação criminal contemporânea.

Processo Penal e Tecnologia: garantias e prova em uma era de vigilância invisível

A tecnologia deixou de ser tema acessório no processo penal. Reconhecimento facial, câmeras corporais, sistemas preditivos e prova digital já integram inquéritos, ações penais e execuções, e o profissional que atua nessa seara precisa compreender, com precisão, o que cada ferramenta permite, o que ela ameaça e como controlá-la juridicamente.

Esta coletânea reúne estudos que examinam, de forma multidisciplinar, os impactos da inteligência artificial e das novas tecnologias sobre a persecução criminal. Longe da rejeição nostálgica e do entusiasmo ingênuo, a obra propõe equilíbrio: aceitar as inovações que aprimoram a reconstrução dos fatos, ampliando, na mesma medida, a capacidade de conter e limitar o poder estatal.

Reunidos por organizadores de sólida trajetória acadêmica e prática, os capítulos conectam a norma à realidade das investigações e do sistema de justiça, sem abrir mão do rigor doutrinário. O resultado é uma leitura que dialoga tanto com a teoria da prova quanto com a rotina de quem enfrenta, no foro, questões que ainda estão em construção.

Principais temas abordados

A obra desenvolve, entre outros eixos:

  • Inteligência artificial aplicada ao processo penal e seus limites jurídicos
  • Admissibilidade da prova técnica baseada em inteligência artificial
  • Prova digital, integridade e cadeia de custódia, inclusive com uso de blockchain
  • Reconhecimento facial, vigilância biométrica e Smart Sampa
  • Câmeras corporais e disputas de controle interno e externo da atividade policial
  • Predição algorítmica, risk assessment e escore social nas decisões cautelares e penais
  • Malware como meio de obtenção de prova
  • OSINT e a cadeia de custódia metodológica do dado aberto
  • Cibercrimes e a construção de um modelo probatório adequado
  • Cooperação internacional, prova ilícita e a crise do MLAT

Por que dominar este conteúdo

No plano prático, a obra fornece argumentos técnicos para questionar ou sustentar a admissibilidade de provas tecnológicas, tema que decide o destino de processos inteiros. No plano estratégico, oferece base para enfrentar reconhecimentos mediados por IA, laudos automatizados e decisões apoiadas em escores, sempre à luz do contraditório, da auditabilidade e dos direitos fundamentais. Antecipar essas discussões é proteger o cliente e a própria segurança da atuação.

A importância no cenário atual

A persecução penal já opera com ferramentas de alta capacidade de processamento e coleta massiva de dados. Sem contrapeso, esse poder amplia o risco de erros e de restrições indevidas de liberdade. Compreender como cada tecnologia funciona e onde ela encontra seus limites jurídicos é condição para que o processo penal continue sendo instrumento de garantia, e não apenas de eficiência persecutória.

Para quem é esta obra

Destina-se a advogados criminalistas, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, delegados de polícia, policiais, peritos, professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação que precisam acompanhar a transformação tecnológica da justiça criminal com profundidade técnica.

Perguntas frequentes

Quais tecnologias são analisadas na obra?
São examinadas inteligência artificial, reconhecimento facial, câmeras corporais, videovigilância, blockchain, OSINT, sistemas preditivos, malware e prova digital, sempre relacionados à investigação e ao processo penal.

A obra trata da cadeia de custódia da prova digital?
Sim. A integridade, a preservação, a admissibilidade e a valoração da prova digital recebem destaque, inclusive nas possibilidades e limitações do uso de blockchain.

Há conteúdo sobre inteligência artificial nas decisões judiciais?
Sim. São analisados sistemas de predição algorítmica, avaliações de risco, escores, decisões cautelares e execução penal, com os limites jurídicos para o uso da IA em processos decisórios.

O livro aborda reconhecimento facial e videovigilância?
Sim. O tema é enfrentado a partir do reconhecimento facial, da vigilância biométrica, do Smart Sampa e das câmeras corporais, e de seus reflexos sobre prova, privacidade e controle da atuação estatal.

É uma obra atual e aplicada?
Sim. Os capítulos partem de questões que já integram a realidade das investigações e do sistema de justiça, unindo fundamentação teórica e aplicação prática.

Prepare a sua atuação para a prova tecnológica

As tecnologias já estão nos autos, e cada uma delas pode fortalecer ou comprometer uma tese. Esta obra coloca ao seu alcance a análise de que você precisa para reconhecer, questionar e valorar a prova produzida por inteligência artificial e ferramentas digitais. Garanta o seu exemplar e atue com a segurança técnica que o novo processo penal exige.

Smart Sampa e o fim da suspeita infundada nas abordagens policiais para cumprimento de mandados
Câmeras corporais e inteligência artificial: prova digital, cadeia de custódia e repercussões processuais penais
Admissibilidade da prova técnica baseada em inteligência artificial no processo penal
O uso de inteligência artificial na formação de escore social e sua aplicação na fixação de penas
Risk assessments e justiça criminal: o uso do escore em decisões sobre prisão preventiva
Inteligência artificial e reconhecimento de pessoas: desafios epistêmicos
O malware como meio de obtenção de prova no processo penal brasileiro
Câmeras corporais na polícia militar: disputas de controle interno e externo
Do dado aberto à prova digital: OSINT, inteligência artificial e cadeia de custódia metodológica
Inteligência artificial e abordagens processuais penais não violentas
A regulação do emprego da inteligência artificial nos sistemas de justiça
Inteligência artificial na execução penal
Cibercrimes e processo penal: a construção de um modelo probatório adequado
Prova ilícita, prova ilegítima e a crise do MLAT
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Aspectos da investigação criminal tecnológica
Imagens de câmeras corporais como prova: natureza jurídica, confiabilidade e controle racional
Ferramentas de inteligência artificial como vetores de eficiência no processo penal: revisão sistemática de literatura
Inteligência artificial no plano da punição justa
(I)Legalidade das gravações ambientais em consultórios médicos
Possíveis impactos da recomendação da UNESCO sobre ética em inteligência artificial no processo penal brasileiro

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