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Descrição
Ref: LIVRO-EMFX-GFPH-26
Por: Julio Macedo
Edição: 1ª Edição
Publicação: 06/2026
Páginas: 363 páginas
Capa: Brochura
Peso: 0,300g
Dimensões: 16 x 23cm
VERSÃO IMPRESSA EM PRÉ-LANÇAMENTO COM DISPONIBILIDADE DE ENVIO A PARTIR DE 01/07/2026


Há uma pergunta que define a saúde de qualquer banca e que raramente foi ensinada a você: o preço que cobra realmente cobre o custo de entregar o serviço? Sem essa resposta, o escritório fatura, gira, paga as contas — e o sócio descobre tarde, quase sempre num mês ruim de caixa, que vinha trabalhando no prejuízo sem perceber. Esta obra existe para encerrar essa cegueira.

Fruto de sólida experiência prática e acadêmica, ela trata o escritório como o que de fato é: uma pessoa jurídica com economia própria, distinta do bolso do sócio. Conecta o custo real da sua estrutura ao preço que chega ao cliente, com precisão jurídica e linguagem feita para uso imediato. Cada conceito caminha do problema concreto ao número, e do número à decisão de preço, contratação e crescimento.

Mais do que um aprofundamento técnico, é um instrumento de posicionamento. O advogado que conhece a própria margem negocia com vantagem sobre quem ainda precifica por intuição — e, num momento em que a Reforma Tributária redesenha o preço do serviço jurídico, esse domínio deixou de ser refinamento para se tornar condição de sobrevivência da banca.

O leitor encontrará:

  • O cálculo do custo-hora real do escritório — o piso de toda proposta
  • A capacidade efetiva da equipe e o lucro escondido na eficiência
  • A distinção decisiva entre caixa e lucro, com fluxo de caixa aplicado à advocacia
  • A segregação do dinheiro do cliente sem risco fiscal nem ético-disciplinar
  • Os modelos de honorário — hora, fixo, êxito, recorrente, capped fee e híbridos
  • A precificação por valor: ampliar margem sem aumentar volume
  • A tabela da OAB, o aviltamento e os limites éticos da precificação
  • A sucumbência como receita gerenciável, à luz da jurisprudência consolidada do STJ
  • O impacto do IBS e da CBS sobre caixa e preço, com cláusula de repasse tributário
  • O contrato de honorários que protege o escritório e funciona como título executivo
  • A régua de cobrança e o combate à inadimplência
  • A governança financeira entre sócios e o painel de indicadores da banca

Conhecer o próprio custo, precificar com método e proteger a margem sob o novo regime tributário tornaram-se parte do mínimo exigido de quem leva a sério a advocacia como negócio. O conhecimento reunido aqui não é leitura de prateleira: é a diferença entre o que você fatura e o que de fato sobra — e, no cenário atual, um diferencial competitivo que poucos colegas dominam.

Faturar bem e, ainda assim, ver o caixa apertar no fim do mês raramente é azar. É a consequência previsível de um escritório que nunca calculou, com método, quanto custa a própria hora de trabalho — e que, por isso, vende serviço por um preço que não cobre o custo de produzi-lo.

Esta obra nasceu para fechar exatamente essa lacuna. Ao longo de seus capítulos, ela trata o escritório como o que ele de fato é: uma pessoa jurídica com economia própria, distinta do bolso do sócio. A advocacia brasileira é formada para o caso — a tese, a peça, a sustentação —, mas quase nunca para a banca. Você aprendeu a litigar e a consultar; dificilmente recebeu instrumental para responder à pergunta que decide a sobrevivência financeira do seu trabalho: o preço que você cobra cobre o custo real de entregar aquele serviço?

Fruto de sólida experiência prática e acadêmica, a obra foi construída como manual técnico de gestão financeira e precificação de honorários aplicado à realidade da sociedade de advogados. Cada conceito caminha do problema concreto ao número, e do número à decisão — de preço, de contratação, de distribuição, de investimento. A linguagem é formal e juridicamente precisa, mas escrita para ser usada na segunda-feira de manhã, não apenas lida.

Se você é o profissional que, na prática, acumula os papéis de operador técnico, comercial, financeiro e gestor de pessoas, este conteúdo foi pensado para a sua mesa. Ele não promete tornar a advocacia mais fácil. Propõe torná-la mensurável — e o que se mede, você decide com base em número conhecido, não em sensação.

 

O que você encontra nesta obra

A obra contempla, em trinta e dois capítulos distribuídos em seis partes, a engenharia completa que conecta o custo do escritório ao preço que chega ao cliente. Entre os principais temas, destacam-se:

  • O custo-hora real do escritório — o número que se torna o piso de toda proposta, calculado a partir da capacidade efetiva da equipe, não de horas teóricas que não existem.
  • A estrutura financeira da banca — plano de contas, centros de custo, fluxo de caixa, capital de giro e a distinção decisiva entre caixa e lucro.
  • A segregação do dinheiro do cliente — alvarás, depósitos e repasses tratados de modo que não inflem a base fiscal nem flertem com infração ético-disciplinar.
  • Os modelos de honorário, um a um — hora, fixo, êxito, recorrente, capped fee e híbridos —, com critério para escolher o que cabe a cada cliente, causa e fase.
  • A precificação por valor — como ampliar margem sem aumentar volume, vendendo segurança e resultado, não horas.
  • A tabela da OAB e os limites éticos — aviltamento, quota litis e publicidade, à luz do Código de Ética e do Provimento nº 205/2021 do CFOAB.
  • A sucumbência como receita gerenciável — à luz dos parâmetros consolidados pelo Superior Tribunal de Justiça, incluindo o Tema 1.076 e a controvérsia em curso no Tema 1.388.
  • O contrato de honorários que protege o escritório — redigido para funcionar como título executivo, com régua de cobrança e combate à inadimplência.
  • A governança financeira entre sócios — remuneração, distribuição, valuation da banca e o painel de indicadores que diz ao sócio o que decidir nesta semana.

Em complemento, a obra dialoga com a atualização mais relevante do momento: a Reforma Tributária do Consumo. O conteúdo analisa o impacto do IBS e da CBS sobre o caixa e o preço do serviço jurídico, à luz da Emenda Constitucional nº 132/2023 e das Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026, e orienta como embutir corretamente o tributo no preço — antes que a margem desapareça silenciosamente quando o recolhimento efetivo começar.

 

Por que esta obra muda a forma como você administra e precifica

No plano prático, ela entrega o instrumental que falta: você sai sabendo calcular o seu custo-hora, dimensionar capital de giro, projetar fluxo de caixa com calendário forense e sazonalidade, e converter a sucumbência em receita previsível. São contas que cabem em uma planilha e em uma decisão.

No plano acadêmico, a obra consolida e conecta literatura raramente reunida em português — da economia da firma profissional aos métodos de custeio e à precificação por valor —, sempre ancorada na legislação vigente e na jurisprudência verificada em fonte. Cada afirmação jurídica remete ao dispositivo ou ao julgado que a sustenta, o que torna o material seguro para consulta e citação.

No plano estratégico, ela oferece um diferencial competitivo concreto. Por outro lado da escassez de cultura financeira na advocacia, está a oportunidade: o escritório que conhece sua própria margem decide com vantagem sobre quem ainda precifica por intuição. Nesse sentido, a obra não é leitura de prateleira — é ferramenta de gestão que se traduz em margem retida.

 

Por que o tema é decisivo no atual cenário jurídico

Nenhum momento recente exigiu tanto preparo financeiro do advogado quanto este. A Reforma Tributária do Consumo redesenha a forma como o tributo incide sobre o serviço jurídico e altera a lógica de preço de “por dentro” para “por fora”. Com isso, o escritório que não atualizar contratos e prática de precificação passa a absorver, na própria margem, um custo que sequer percebe.

Ao mesmo tempo, a jurisprudência sobre honorários se movimenta: o Superior Tribunal de Justiça consolidou parâmetros sobre a fixação por equidade em causas de grande valor e mantém em julgamento a obrigatoriedade da tabela da OAB na fixação equitativa. Nesse contexto, dominar a precificação deixou de ser refinamento e passou a ser condição de sobrevivência da banca. A obra organiza esse cenário e o traduz em decisões aplicáveis.

 

Para quem é esta obra

Esta obra fala diretamente com o advogado autônomo e com o sócio de banca pequena ou média — o profissional que sustenta, sozinho, a técnica e a gestão. Ela é igualmente útil ao advogado que está montando o próprio escritório, ao associado em transição para sócio, e ao sócio-gestor que precisa estruturar governança, remuneração e crescimento com método.

Atende tanto a quem atua no contencioso quanto na consultoria, e contempla, em capítulos sinalizados, o sócio-gestor de escritório médio ou grande que busca aprofundamento em governança financeira, valuation e decisão de capacidade. Se a gestão financeira da sua banca hoje é feita de memória e de sensação, este é o conteúdo que organiza o assunto do começo ao fim.

 

Perguntas frequentes

Como calcular o custo-hora real de um escritório de advocacia? A obra apresenta o método completo: parte do custo total da estrutura anual e o divide pela capacidade efetiva de horas faturáveis da equipe — e não pelas horas teóricas do calendário. O resultado é o piso econômico abaixo do qual qualquer proposta gera prejuízo, com exemplo numérico passo a passo.

O conteúdo trata da precificação de honorários diante da Reforma Tributária (IBS e CBS)? Sim. A obra analisa o impacto do novo regime sobre caixa e preço, com base na EC nº 132/2023 e nas Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026, e ensina a calcular a alíquota efetiva e a redigir cláusula de repasse tributário para preservar a margem.

O método respeita os limites éticos da OAB sobre honorários? Integralmente. A engenharia de precificação é apresentada dentro das balizas do Estatuto da Advocacia, do Código de Ética e Disciplina e do Provimento nº 205/2021, com tratamento específico do aviltamento, da quota litis e dos limites da publicidade de preço.

A obra serve para o advogado autônomo ou apenas para grandes bancas? Serve principalmente ao advogado autônomo e à banca pequena e média. Os capítulos de maior complexidade são sinalizados e podem ser dispensados em primeira leitura, sem prejuízo do método.

O livro aborda a jurisprudência atual do STJ sobre honorários de sucumbência? Sim. A obra examina os parâmetros do artigo 85 do CPC e a orientação do STJ sobre fixação por equidade, incluindo o Tema 1.076 e a controvérsia em julgamento no Tema 1.388, com a cautela de remeter o leitor à posição vigente no momento da aplicação.

Que tipo de material prático acompanha o conteúdo? A obra organiza, em uma caixa de ferramentas, modelos e simuladores — plano de contas, timesheet, planilha de custo-hora, modelo de proposta com três opções, checklist de contrato e simulador de margem por serviço —, pensados para operacionalizar o método no dia a dia da banca.

 

Uma leitura que se converte em decisão

Conhecer o próprio custo-hora, precificar com método e proteger a margem sob o novo regime tributário deixaram de ser diferenciais e tornaram-se parte do mínimo exigido de quem leva a sério a advocacia como negócio. Esta obra coloca esse conhecimento ao seu alcance com a precisão jurídica que o tema exige e a clareza que a rotina cobra.

Se você reconhece, na própria banca, a distância entre o que fatura e o que sobra, este é o conteúdo que a mede e a corrige. Conheça a obra, incorpore o método à sua prática e passe a decidir preço, contratação e crescimento a partir de número conhecido — não de sensação.

PARTE I — O ESCRITÓRIO É UM NEGÓCIO

Capítulo 1 — O escritório que fatura e quebra — 10

Capítulo 2 — O vocabulário financeiro do dono — 19

PARTE II — A CASA EM ORDEM: ESTRUTURA FINANCEIRA

Capítulo 3 — Plano de contas e centros de custo — 30

Capítulo 4 — Custos: classificar, alocar por área e achar o ponto de equilíbrio — 41

Capítulo 5 — Fluxo de caixa: operacional x não operacional — 51

Capítulo 6 — Dinheiro do cliente x dinheiro do escritório — 61

Capítulo 7 — Capital de giro e a montanha-russa do êxito — 72

Capítulo 8 — Provisionar os riscos do próprio escritório — 82

Capítulo 9 — O caixa diante da Reforma Tributária — 91

PARTE III — A ECONOMIA DO SERVIÇO JURÍDICO

Capítulo 10 — Unit economics da advocacia: quanto sobra em cada caso — 103

Capítulo 11 — Capacidade efetiva e os números do tempo — 116

Capítulo 12 — O lucro escondido na eficiência — 132

Capítulo 13 — A cultura do timesheet sem vigilância — 144

PARTE IV — PRECIFICAR COM MÉTODO

Capítulo 14 — Os cinco erros que fazem o advogado cobrar errado — 156

Capítulo 15 — Quanto custa, de verdade, uma hora do seu escritório — 165

Capítulo 16 — Os modelos de honorários, um a um — 182

Capítulo 17 — Precificar por valor, não por tempo — 195

Capítulo 18 — Como o cliente percebe preço — 206

Capítulo 19 — A tabela da OAB, os pisos e os limites éticos — 217

Capítulo 20 — Embutir o tributo no preço depois da reforma — 230

Capítulo 21 — Sucumbência e honorários contratuais: previsibilidade do imprevisível — 242

Capítulo 22 — A arte de propor e negociar honorários — 253

PARTE V — RECEBER O QUE SE COBRA

Capítulo 23 — O contrato de honorários que protege o escritório — 265

Capítulo 24 — Régua de cobrança e combate à inadimplência — 277

Capítulo 25 — Antecipação de recebíveis e o fluxo do êxito — 287

PARTE VI — CRESCER COM LUCRO E GOVERNANÇA

Capítulo 26 — Saber o que dá lucro: decidir pela margem — 297

Capítulo 27 — Capacidade e a decisão de crescer — 306

Capítulo 28 — Remunerar sócios e associados — 315

Capítulo 29 — Governança financeira entre sócios — 325

Capítulo 30 — Investir em tecnologia com retorno: o escritório guiado por dados — 334

Capítulo 31 — Quanto vale o que você construiu — 344

Capítulo 32 — O painel financeiro do sócio — 355

Glossário — 364

Referências — 368

Apêndices — Caixa de ferramentas — 372

Índice remissivo — 376

Em breve..