Os contratos empresariais são o ponto em que a estratégia jurídica se converte em resultado concreto — ou em prejuízo. Você sabe que uma cláusula imprecisa não cobra seu preço na redação, mas na negociação travada e no litígio evitável. Esta obra foi construída para o advogado que recusa esse risco e quer atuar com fundamentação atual, segura e diretamente aplicável ao caso concreto.
Reunindo análises verticalizadas de profissionais que vivem a consultoria e o contencioso, o material conecta a dogmática contratual clássica às transformações mais recentes da prática negocial: novas leis, jurisprudência consolidada do STJ e desafios trazidos pela tecnologia e pela regulação. Em vez de um apanhado genérico, você encontra raciocínio jurídico já estruturado por quem enfrentou as mesmas questões que chegam ao seu escritório.
O ganho é duplo. No dia a dia, a obra reduz o tempo de pesquisa e qualifica a redação de cláusulas que sobrevivem ao questionamento judicial. No plano técnico, aprofunda institutos e os conecta ao direito comparado, fortalecendo suas teses e o seu posicionamento diante de clientes e tribunais.
Entre os principais temas, destacam-se:
Em um cenário jurídico que se reconfigura a cada nova lei e a cada virada de entendimento dos tribunais, o profissional que antecipa o próximo movimento atua sempre em vantagem. Ter esta obra ao alcance é dispor dessa antecipação quando o caso exigir profundidade — um diferencial perceptível na sua atuação e um investimento que retorna na primeira negociação ou disputa em que o conhecimento técnico faz a diferença.
Você sabe, melhor do que ninguém, que um contrato empresarial mal estruturado não falha no papel — ele falha no tribunal, na mesa de negociação e no balanço do seu cliente. E quase sempre falha tarde demais para ser corrigido.
É exatamente nesse ponto que esta obra se posiciona. Concebida como uma reunião de estudos aprofundados sobre os contratos empresariais contemporâneos, ela nasce do encontro entre advogados, professores e operadores do direito que vivem o contencioso e a consultoria na prática, e não apenas na teoria. Cada capítulo foi escrito por quem enfrenta, no dia a dia, as questões que você enfrenta: a redação de cláusulas que sobrevivem ao litígio, a leitura correta da jurisprudência mais recente e a antecipação de riscos que ainda não chegaram ao seu escritório, mas chegarão.
Com uma abordagem original e técnica, a obra percorre desde os fundamentos da teoria contratual até as fronteiras mais avançadas do direito dos negócios — contratos internacionais, smart contracts, open finance, vesting em startups, governança de dados e os reflexos da reforma tributária sobre os instrumentos negociais. Não se trata de um apanhado genérico, e sim de uma coletânea de análises verticalizadas, em que cada autor mergulha em um tema específico com a profundidade que a matéria exige.
Fruto de sólida experiência prática e acadêmica, esta é uma obra pensada para o advogado que entende o contrato como instrumento de organização, prevenção e estratégia — e que precisa de uma fonte confiável para consultar quando o caso concreto exige mais do que o Código Civil oferece.
A obra contempla um espectro raramente reunido em um único material, conectando a dogmática contratual clássica às transformações regulatórias e tecnológicas mais recentes. Entre os principais temas, destacam-se:
Além disso, a obra analisa o contrato de seguro à luz do Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024), a violação de cláusulas de não concorrência e seus mecanismos de execução, a governança contratual nas sociedades, as cláusulas de reversão em holdings, as contratações públicas do século XXI e a representação comercial diante da pejotização e das novas formas de intermediação digital. Cada um desses pontos reflete uma atualização que já está produzindo efeitos concretos na prática.
Pense na última vez em que você precisou redigir uma cláusula de eleição de foro após a Lei nº 14.879/2024, ou orientar um cliente sobre vesting sem precedente legislativo claro, ou avaliar o impacto da reforma tributária sobre um contrato de longo prazo. São situações em que a doutrina genérica não basta e a pesquisa improvisada custa tempo e exposição.
Esta obra oferece, em complemento à sua experiência, o raciocínio jurídico já estruturado por especialistas que enfrentaram essas mesmas questões. Do ponto de vista prático, ela traz cautelas redacionais, parâmetros jurisprudenciais e modelos de análise diretamente aplicáveis ao caso concreto. Do ponto de vista acadêmico, conecta cada instituto à sua base dogmática e ao direito comparado, sustentando teses com solidez. E do ponto de vista estratégico, propõe uma leitura antecipatória dos riscos contratuais, permitindo que você atue na prevenção, e não apenas na reação.
Em outras palavras, a obra não substitui o seu conhecimento — ela o potencializa, transformando horas de pesquisa dispersa em consulta objetiva e confiável.
O direito dos contratos empresariais vive um momento de reconfiguração acelerada. Novas leis alteram regras consolidadas, o STJ redesenha entendimentos sobre apuração de haveres e revisão contratual, e tecnologias como blockchain, inteligência artificial e open finance impõem perguntas que o legislador ainda não respondeu por completo.
Nesse contexto, o advogado que domina apenas o texto da lei fica em desvantagem diante daquele que compreende a direção para onde a prática negocial caminha. A obra se insere precisamente nessa lacuna: consolida o estado atual da matéria, aponta tendências e oferece ao profissional uma vantagem competitiva real — a de chegar à negociação ou ao litígio já tendo refletido sobre o que o outro lado talvez ainda não percebeu.
A obra dialoga com um público qualificado e exigente:
A obra é mais teórica ou prática? Ela equilibra os dois planos. Cada capítulo parte de fundamentos doutrinários consistentes e avança para a aplicação concreta, com cautelas redacionais, análise jurisprudencial e recomendações operacionais.
O conteúdo está atualizado em relação à legislação recente? Sim. A obra incorpora discussões sobre a Lei nº 14.879/2024, o Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024), os reflexos da reforma tributária sobre os contratos e os marcos regulatórios do ambiente digital, entre outras atualizações relevantes.
Preciso ser especialista em direito empresarial para aproveitá-la? Não. A estrutura permite tanto a leitura aprofundada pelo especialista quanto a consulta pontual por quem atua em áreas correlatas e precisa de uma base confiável sobre temas específicos.
A obra aborda temas ligados a tecnologia e inovação? Sim. Smart contracts, open finance, contratos de distribuição no comércio eletrônico, governança de dados pessoais, direito ao esquecimento e a influência da economia comportamental sobre a autonomia contratual estão entre os assuntos tratados.
De que forma ela contribui para a prática diária? Ao reunir, em um único material, análises verticalizadas sobre cláusulas, institutos e riscos contratuais, a obra reduz o tempo de pesquisa, qualifica a fundamentação e amplia a capacidade de antecipar problemas antes que se tornem litígios.
A coletânea contempla diferentes correntes e abordagens? Sim. Por reunir autores de perfis distintos — práticos, acadêmicos e críticos —, a obra oferece pluralidade de perspectivas sobre cada tema, enriquecendo a reflexão e a tomada de decisão.
Os contratos empresariais são o terreno onde a estratégia jurídica se traduz em resultado concreto para o cliente. Dominar esse terreno exige mais do que conhecer a lei: exige compreender como ela vem sendo interpretada, para onde caminha e quais riscos ainda não estão no radar do mercado.
Esta obra foi construída para ser essa referência de consulta — sofisticada, atual e diretamente conectada ao cotidiano de quem advoga. Se o seu objetivo é atuar com mais segurança, fundamentar melhor suas teses e oferecer ao cliente um diferencial perceptível, este é um material que merece estar ao seu alcance quando o caso exigir profundidade. Reserve o seu acesso à obra e incorpore-a à sua rotina de trabalho: a próxima negociação ou disputa contratual provavelmente vai cobrar de você exatamente o tipo de conhecimento que ela consolida.
Sumário
CONTRATOS EMPRESARIAIS NO CONTEXTO INTERNACIONAL: UMA
ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O BRASIL E PAÍSES DESENVOLVIDOS
Alice Castanheira
| Gabriela Barreto
1 Introdução
2 Conceito de
contrato
2.1 Tipos de
cláusulas e contratos societários
3 Contratos
societários no âmbito internacional
4 Registro de marca
5 A cláusula de compliance
nos contratos empresariais
5.1 Compliance
Tributário
5.2 Compliance
Trabalhista
5.3 Compliance
Ambiental
5.4 Compliance
Digital
6 Considerações
finais
7 Referências
OS DESAFIOS DOS CONTRATOS DE CASH POOLING NOS
GRUPOS DE SOCIEDADES
André Estevez
| Caroline Klóss
1 Introdução
2 Empréstimos
intragrupo e os sistemas de cash pooling
2.1 Caracterização
dos sistemas de cash pooling
2.2 Modalidades de cash
pooling
2.3 Entidade
centralizadora no cash pooling
3 Aspectos econômicos
e o caso Mondragon Cooperative Corporation (MCC)
4 Aspectos jurídicos
envolvendo a relação contratual e a governança nos grupos de sociedades
5 Considerações
finais
6 Referências
(IN)APLICABILIDADE DAS ALTERAÇÕES DISPOSIÇÕES DA LEI N.º
14.879/2024 AOS CONTRATOS EMPRESARIAIS
André Santa Cruz
| Christiano Marques Caldas
1 Alterações
promovidas pela Lei nº 14.879/2024
2 A autonomia privada
nos contratos empresariais e os limites da intervenção estatal
3 A cláusula de eleição de foro no Direito Empresarial:
prática negocial anterior à Lei nº 14.879/2024
4 Interpretação
restritiva da Lei nº 14.879/2024: fundamentos normativos e sistemáticos
5 Riscos práticos da
aplicação irrestrita da Lei nº 14.879/2024 aos contratos empresariais
6 A função
organizacional da cláusula de foro nos contratos empresariais e sua conexão com
a eficiência econômica
7 (In)aplicabilidade
das disposições aos Contratos Empresariais
ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA: ANÁLISE LEGISLATIVA,
JURISPRUDENCIAL E CAUTELAS PARA A PREVENÇÃO DE LITÍGIOS
Antonia Viviana Santos de Oliveira Cavalcante |
Fernando Bonaccorso
1 Introdução
2 Conceito, natureza
jurídica e mecanismos da alienação fiduciária em garantia
3 Panorama histórico
e evolução legislativa no Brasil
4 Cuidados essenciais
na elaboração e análise do contrato de alienação fiduciária
5 Alienação
fiduciária de bens imóveis: detalhamento do procedimento de Execução
Extrajudicial (Lei nº 9.514/97)
6 Alienação
fiduciária acessória à Cédula de Produto Rural (CPR): diferenciação e
imperativos de registro
7 Alienação
fiduciária em cenário de Recuperação Judicial e Falência: preservando o caráter
extraconcursal do crédito
8 Possibilidade de
propositura de execução judicial e questões relativas à penhora do bem alienado
fiduciariamente
9 Conclusão
10 Referências
·
Legislação Citada ou Relevante
·
Jurisprudência Referenciada (entendimentos
consolidados)
FUNÇÃO SOCIAL DOS CONTRATOS E AUTONOMIA PRIVADA NAS
RELAÇÕES EMPRESARIAIS: DIÁLOGOS COM A JURISPRUDÊNCIA DO MINISTRO MOURA RIBEIRO
Augusto Maciel Quaiotti
1 Introdução
2 Fundamentos da
função social dos contratos
3 A autonomia privada
nos contratos empresariais
4 A jurisprudência do
STJ sobre Contratos Empresariais e a atuação do Ministro Moura Ribeiro
5 Conclusão
6 Referências
CONTRATO DE FRANQUIA EMPRESARIAL E PARTILHA DO
EMPREENDIMENTO FRANQUEADO NA DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE CONJUGAL
Benigna Teixeira
| Cecilia Hildebrand
1 Introdução
2 O regime de bens e
seus reflexos na partilha de negócios
3 A natureza jurídica
da franquia
4 A franquia no
contexto da dissolução conjugal
5 Considerações
finais e propostas de prevenção de litígios
6 Referências
OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO E O FORMALISMO MODERADO: A
CONSTRUÇÃO JURISPRUDENCIAL DO TCU NOS CASOS TELEBRAS E HEMOBRÁS
Bruna de Freitas do Amaral |
Laila Viana de Azevedo Melo
1 Introdução
2 Empresas públicas e
sociedades de economia mista e as excepcionalidades ao dever de licitar
3 Parâmetros de
controle para a hipótese de oportunidade de negócio: o Acórdão nº 2.488/2018 –
TCU. Caso Telebras
4 Evolução
jurisprudencial no Acórdão 1196/2024: a oportunidade de negócios pela ótica do
formalismo moderado
4.1 A oportunidade de
negócio na lei das estatais e a ótica do formalismo moderado no TCU
4.2 O formalismo
moderado no acórdão 1196/2024: a oportunidade de negócio como fator
preponderante de alcance da finalidade
5 Considerações
finais
6 Referências
CONTRATOS DE DISTRIBUIÇÃO NO COMÉRCIO ELETRÔNICO:
DESAFIOS TERRITORIAIS, JURÍDICOS E REGULATÓRIOS NA ERA DIGITAL
Clarissa Somesom Tauk
| Mônica Di Piero |
Wilson Furtado Roberto
1 Introdução
1.1 Contextualização
do tema
1.2 Delimitação do
problema
1.3 Objetivos e
metodologia
2 Fundamentos
teóricos dos contratos de distribuição
2.1 Conceitos
fundamentais
2.2 Evolução
histórica
2.3 Princípios
jurídicos aplicáveis
3 O comércio
eletrônico e seus impactos jurídicos
3.1 Características
do comércio eletrônico
3.2 Dados
estatísticos do e-commerce brasileiro
3.3 Desafios
jurídicos emergentes
4 Marco regulatório
brasileiro
4.1 Marco Civil da
Internet (Lei 12.965/2014)
4.2 Lei Geral de
Proteção de Dados (Lei 13.709/2018)
4.3 Decreto do
Comércio Eletrônico (Decreto 7.962/2013)
5 Territorialidade e
contratos de distribuição online
5.1 O problema da
territorialidade no ambiente digital
5.2 Análise
jurisprudencial brasileira
·
Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a Cláusula del credere
·
Contratos eletrônicos e executividade
·
Vulnerabilidade do consumidor online
·
Supremo Tribunal Federal e o Marco Civil da
Internet
·
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e
negócios virtuais
5.3 Soluções
jurídicas propostas
·
Adaptação das cláusulas contratuais
·
Novos modelos de distribuição
·
Arbitragem e mediação online
·
Sistemas de compensação e incentivos
6 Experiência
internacional comparada
6.1 União Europeia
·
Diretiva de e-commerce
·
Novo regulamento de isenção por categoria
vertical (2022)
·
GDPR e territorialidade
·
Restrições geográficas e concorrência
6.2 Estados Unidos da
América
·
Leis Antitruste e territórios exclusivos
·
Mercado digital único americano
·
Perspectivas transatlânticas
6.3 Lições para o
Brasil
·
Harmonização regulatória
·
Flexibilidade vs. Previsibilidade
·
Melhores práticas internacionais
·
Adaptação ao contexto nacional
7 Propriedade
Intelectual e Direito Concorrencial
7.1 Desafios da
Propriedade Intelectual no E-commerce
·
Reprodução perfeita e distribuição global
·
Medidas de proteção tecnológica
·
Impacto nos contratos de distribuição
7.2 Direito
Concorrencial no ambiente digital
·
Livre concorrência online
·
Concorrência desleal
·
Práticas restritivas
7.3 Nomes de domínio
como instrumentos comerciais
·
Força distintiva
·
Identificação comercial global
·
Conflitos com marcas tradicionais
·
Soluções jurídicas
8 Tendências futuras
e desafios emergentes
8.1 Inteligência
Artificial e contratos
·
Automatização de processos
·
Perfilamento de consumidores
·
Questões éticas e legais
8.2 Blockchain e
contratos inteligentes
·
Potencial disruptivo
·
Execução automática
·
Desafios regulatórios
8.3 Sustentabilidade
e responsabilidade social
·
E-commerce sustentável
·
Responsabilidade corporativa
·
Impacto ambiental
9 Conclusões e
recomendações
9.1 Síntese dos
principais achados
9.2 Recomendações
para legisladores
9.3 Sugestões para
operadores do direito
9.4 Perspectivas
futuras
10 Referências
ARRANJOS CONTRATUAIS EM EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS
Daniel Meirelles Ferreira
| Rudy Maia Ferraz
1 Introdução
2 Estruturação via
Sociedade em Conta de Participação
3 Estruturação via
Sociedade de Propósito Específico
4 Estruturação via
Fundo de Investimento Imobiliário
5 Estruturação via
Certificado de Recebíveis Imobiliários
6 Estruturação
jurídica nos loteamentos
7 Conclusão
8 Referências
OS LIMITES DA CLÁUSULA DEL CREDERE NOS
CONTRATOS DE COLABORAÇÃO EMPRESARIAL
Diego Barbosa Campos
| Felipe Vieira Pontes
1 Introdução
2 Origem e amplitude
dos contratos de colaboração empresarial
3 Os limites já
conhecidos da cláusula del credere
3.1 Aplicação e
vedação da cláusula del credere em contratos de distribuição e
representação
3.2 Contratos
atípicos e desafios de categorização
4 As novas fronteiras
da cláusula del credere
5 Conclusão
6 Referências
A PERSPECTIVA JURÍDICA DA AVALIAÇÃO DE PARTICIPAÇÕES E A
DISSOLUÇÃO PARCIAL DA SOCIEDADE LIMITADA
Eduardo Benini
1 Introdução
2 A sociedade
limitada e a definição do seu valor
3 O valor da empresa
e sua importância prática
3.1 Valor das quotas:
dissolução parcial e direito de retirada
3.2 Valor das quotas:
dissolução parcial e falecimento de sócios
3.3 Valor das quotas:
dissolução parcial e exclusão de sócios
3.4 Valor das quotas:
solução de conflitos e outras hipóteses
4 Dissolução parcial
de sociedade no Código de Processo Civil. Aspectos procedimentais
5 A apuração de
haveres perante a jurisprudência: como o Superior Tribunal de Justiça
interpreta a forma de avaliação de uma sociedade empresária
6 Conclusão
7 Referências
CONTRATOS E REFORMA TRIBUTÁRIA: IMPACTOS, DESAFIOS E
ESTRATÉGIAS JURÍDICAS
Eduardo Lucas | Fabiana Favreto
1 Introdução
2 Contratos
3 Reflexos
tributários atuais nos contratos cíveis
4 O desafio
técnico-tributário: formação de preços e análise integrada
5 Efeitos nos
negócios jurídicos diante do novo cenário tributário
5.1 Contratos
administrativos: reequilíbrio econômico-financeiro
5.2 Contratos
privados: autonomia da vontade e necessidade de adequação
6 Impacto da reforma:
principais espécies contratuais
7 Conclusão
8 Referências
CONTRATO DE VESTING E CLIFF: SOLUÇÃO PARA
CAPTAÇÃO DE TALENTOS EM STARTUP
Fernando Brandariz
1 Introdução
2 O que é uma startup?
3 As novas relações
de trabalho no ecossistema da inovação: entre emprego e o empreendedorismo
4 Vesting: relação
jurídica atípica ao ordenamento jurídico brasileiro nas startups
4.1 Conceito
5 Vesting no
ordenamento jurídico brasileiro
6 Conclusão
7 Referências
SEGURANÇA JURÍDICA E PROTEÇÃO CONTRATUAL: A DIALÉTICA
ENTRE PACTA SUNT SERVANDA E A TEORIA DA IMPREVISIBILIDADE
Gabriella Airem | Paola Vasconcelos Hoffmann
1 Introdução
2 O princípio pacta
sunt servanda nas relações empresariais
3 A teoria da
imprevisibilidade e revisão contratual
4 A tensão entre a
estabilidade e a flexibilização contratual e a jurisprudência do superior
tribunal de justiça
5 Conclusão
6 Referências
NEGÓCIOS PROCESSUAIS E CONTRATOS EMPRESARIAIS
Gisele Mazzoni Welsch
| Elias Marques de Medeiros Neto
1 Introdução
2 Negócios jurídicos
processuais e contratos empresariais
3 Negócios Jurídicos
Processos na jurisprudência dos tribunais e do STJ
4 Conclusão
5 Referências
CARTÉIS E CONTRATOS EMPRESARIAIS EM LICITAÇÕES PÚBLICAS:
QUANDO ACORDOS ENTRE CONCORRENTES VIOLAM A CONCORRÊNCIA
Guilherme Mendes Resende
1 Introdução
2 A natureza
concorrencial das licitações públicas
3 Cartéis em
licitações: conceitos, estratégias e exemplos
4 Contratos
empresariais como instrumentos do cartel
4.1 Consórcios entre
concorrentes
4.2 Subcontratações
cruzadas
4.3 Cláusulas
contratuais específicas
5 Análise econômica
da colusão por contratos
6 Considerações
finais
7 Referências
DO CONTRATO AO SISTEMA: O FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS
(FGC) COMO ELEMENTO ESTRUTURANTE (E TENSIONADOR) DO MERCADO BANCÁRIO
Guiomar Feitosa Mendes
| Henrique Innecco da Costa
1 Introdução
2 Bases teóricas e
contextuais da atuação do FGC
3 O fundo garantidor
de créditos: estrutura, funcionamento e implicações sistêmicas
4 O FGC como elemento
estruturante do mercado bancário
5 O FGC como elemento
tensionador do sistema bancário
6 Perspectivas
regulatórias
7 Conclusões e
recomendações
8 Referências
CONTRATO DE COMPRA E VENDA FUTURO - POSSIBILIDADE DE
CELEBRAÇÃO NA MODALIDADE EMPTIO SPEI - TEORIA DA IMPREVISÃO
Gustavo Passarelli da Silva
1 Introdução
2 Contrato de compra
e venda futura - particularidades
3 Inadimplemento
involuntário – teoria da imprevisão
VIOLAÇÃO DA CLÁUSULA DE NÃO CONCORRÊNCIA INSERTA EM
CONTRATOS EMPRESARIAIS: EXECUÇÃO ESPECÍFICA, ASTREINTE, CLÁUSULA PENAL E
INDENIZAÇÃO
Ivo Bari Ferreira
| Lorena Braga Ferreira
1 Contextualização do
tema
2 Execução específica
da obrigação de não concorrer e astreintes
3 Cláusula penal:
caracterização, fundamento legal, modalidades e indenização suplementar
3.1 Cláusula penal
cumulativa (coercitiva)
3.2 Cláusula penal
substitutiva: multa compensatória e indenização suplementar
4 Conclusões
5 Referências
·
Livros e artigos
·
Precedentes
GOVERNANÇA CONTRATUAL NAS SOCIEDADES EMPRESÁRIAS:
INSTRUMENTOS JURÍDICOS PARA ESTRUTURAÇÃO INTERNA E PREVENÇÃO DE CONFLITOS
Ivo Tino do Amaral Junior
| Lucas de Andrade Vasconcelos
Pilar
1 Introdução
2 Organização interna
das sociedades empresárias e a autonomia privada
2.1 Contrato social e
estatuto social
2.2 Acordo de sócios
2.3 Cláusulas contratuais e sua contribuição para a
governança e organização da sociedade empresária
·
Exercício do direito de voto e estipulação de
quóruns
·
Administração
·
Circulação de quotas, entrada e saída de sócios
·
Prestação de contas e transparência
·
Solução de impasses e conflitos internos
3 Validade e eficácia
dos instrumentos societários
4 Conclusão
5 Referências
A EXTENSÃO DA CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA EM CONTEXTOS DE
CONTRATOS COLIGADOS
José Perdiz de Jesus
| Isabela de Oliveira Ferreira
Nascimento
1 Introdução
2 Fixação da
competência
3 Coligação de
contratos
3.1 Conceito geral
3.2 Níveis de
coligações contratuais
3.3 Características
da coligação capazes de influir na extensão da convenção arbitral
4 Extensão da
cláusula compromissória
4.1 Extensão objetiva
4.2 Extensão
subjetiva
5 Conclusão
6 Referências
EFEITOS DA MORA DO SEGURADO: APONTAMENTOS SOBRE A
PERSPECTIVA DA JURISPRUDÊNCIA DO STJ E DO MARCO LEGAL DOS SEGUROS (LEI Nº
15.040/2024)
Juliana Bizarria
1 Introdução
2 Contrato de seguro:
natureza e elementos
3 Inadimplemento da
obrigação, mora e adimplemento substancial
4 Os efeitos da mora
do segurado no Código Civil de 2002 e na jurisprudência do STJ
5 As disposições
sobre o tema no Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024)
6 Considerações
finais
7 Referências
ENTRE ESCOLHA E INFLUÊNCIA: A AUTONOMIA CONTRATUAL NA ERA
DIGITAL
Leandro Dias Porto
| Marcos Mares Guia
1 Introdução
2 Contratos
paritários na contemporaneidade
2.1 Da pena ao click:
a evolução da forma nos contratos paritários
2.2 Consentimento e
interação na arquitetura contratual online
3 Economia
comportamental e contratos
3.1 Racionalidade
limitada e escolhas contratuais
3.2 Avanços empíricos
de Kahneman e Tversky: status quo bias, default rules, loss aversion
4 Nudges e a crise da
liberdade contratual paritária
4.1 Entre o Consumo e
a Paridade: uma manipulação invisível
5 Conclusão
5.1 Autonomia
contratual em crise: vulnerabilidade invisível na era virtual
6 Referências
DIREITO AO ESQUECIMENTO NA ERA DIGITAL: LIMITES E
APLICAÇÕES SOB A ÓTICA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES
Maria Augusta Palhares Ribeiro |
Marília Rafaela Fregonesi Rodrigues
1 Introdução
2 Breve histórico do
direito ao esquecimento
3 O direito ao
esquecimento no Brasil
4 O direito ao
esquecimento no Marco Civil da Internet e na LGPD
5 O direito ao
esquecimento sob a ótica dos Tribunais Superiores
6 Desafios e
Perspectivas do Direito ao Esquecimento na Era Digital
7 Considerações
finais
8 Referências
OPEN FINANCE E CONTRATOS BANCÁRIOS: REGULAÇÃO E DESAFIOS
Maria Carolina Feitosa
| Matheus Toralles
1 Introdução
2 Conceituação e
evolução regulatória do Sistema Financeiro Aberto (Open Finance)
3 Arcabouço jurídico
aplicável aos contratos de Open Finance
4 Repercussões do
Open Finance nos contratos bancários. Mitigação de assimetrias informacionais
5 Conclusão
6 Referências
·
Legislação e normas
·
Jurisprudência
·
Doutrina e literatura especializada
·
Documentos técnicos e relatórios
CONTRATOS DE DIREITOS AUTORAIS E A SUA PRÁTICA PELAS
PLATAFORMAS DIGITAIS DE STREAMING MUSICAL
Eduarda Trindade
| Ígor Ferreira
1 Os contratos de
direitos autorais e suas particularidades
2 O modelo de
negócios do streaming musical
3 O caso Spotify e a
importância da negociação coletiva
4 Aspectos
contratuais controversos envolvendo plataformas de streaming
5 Conclusão: Do
cenário atual aos próximos passos
6 Referências
CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL NA RECUPERAÇÃO DE
EMPRESA
Paulo Penalva Santos
| Rodolfo Wehrs
1 Introdução
2 O arrendamento
mercantil: origem, conceito e natureza jurídica
3 Sujeição de
créditos decorrentes do contrato de arrendamento mercantil aos regimes de
recuperação de empresa da Lei nº 11.101/2005
4 Conclusão
5 Referências
CLÁUSULAS CONTRATUAIS COMO INSTRUMENTO DE GOVERNANÇA DE
DADOS PESSOAIS: DESAFIOS E BOAS PRÁTICAS
Renato Ópice Blum
| Helena Rodrigues Vaz Pedrosa
1 Introdução ao tema:
a relação entre a Proteção de Dados e os Contratos Empresariais
2 O papel dos
contratos na Governança de Dados Pessoais
3 Controlador,
operador e suas responsabilidades em contrato
4 Cláusulas
essenciais para a proteção de dados: o que não pode faltar?
5 Desafios práticos
na negociação contratual
6 Conclusão
7 Referências
CONTRATOS DE HOLDINGS E AS CLÁSULAS DE REVERSÃO:
FUNDAMENTOS, IMPACTOS E IMPLEMENTAÇÃO ESTRATÉGICA
Rodrigo Aiache Cordeiro
| Tobias Levi de Lima Meireles
1 Introdução
2 A holding
como estrutura jurídica para cláusulas de reversão
2.1 Reversão como
ferramenta jurídica no ambiente societário
2.2 A holding
como ambiente técnico para cláusulas condicionais
2.3 Instrumentos
societários e contratuais compatíveis com a reversão
2.4 Considerações
preliminares
3 Fundamentos da
cláusula de reversão no contexto societário
3.1 Natureza jurídica
e condição resolutiva
3.2 A reversão e os
limites da autonomia privada
3.3 Validade e
eficácia jurídica
3.4 Compatibilidade
com o direito societário
4 Implementação da
cláusula de reversão em contratos de holding
4.1 Momento e
instrumento adequado
4.2 Redação técnica
da cláusula
4.3 Requisitos
formais e registro
4.4 Integração com
outras cláusulas contratuais
4.5 Procedimentos em
caso de ativação da reversão
5 Aspectos legais e
sucessórios da cláusula de reversão
5.1 Herdeiros
necessários e a legítima
5.2 Reversão e
doações inoficiosas
5.3 Cláusula de
reversão x planejamento sucessório
5.4 Validade formal e
substancial
5.5 A reversão como
expressão da vontade negocial
6 Estratégias
patrimoniais e governança nas holdings
6.1 Blindagem
patrimonial e continuidade do controle
6.2 Reversão e
governança societária preventiva
6.3 Planejamento
estratégico de transmissão patrimonial
6.4 Conformidade
tributária e reversão
6.5 Governança
familiar e pactos intergeracionais
7 Riscos,
controvérsias e responsabilidade jurídica
7.1 Fraude à legítima
dos herdeiros necessários
7.2 Simulação ou
desvio de finalidade
7.3 Onerosidade
excessiva e conflito com a boa-fé objetiva
7.4 Reversão parcial
ou judicializada
7.5 Interpretação
restritiva pelo Judiciário
7.6 Responsabilidade
dos profissionais que estruturam a cláusula
8 Diretrizes para
implementação segura
9 Conclusão e
diretrizes para implementação segura
10 Referências
·
Legislação
·
Doutrina
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Artigos e trabalhos acadêmicos
AS NOVAS FRONTEIRAS DO DIREITO ADMINISTRATIVO: NOTAS
SOBRE AS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS NO SÉC. XXI
Tarcisio Vieira de Carvalho Neto |
André Epifanio Martins
1 Introdução
2 O delineamento das
(novas) fonteiras do direito administrativo do século XXI
3 Contratos da
administração como gênero: contratos administrativos e contratos privados
celebrados pela administração
4 Inovações trazidas
pela lei de licitações e contratos: governança pública contratual
5 Considerações
finais
6 Referências
A REPRESENTAÇÃO COMERCIAL NO BRASIL: EVOLUÇÃO
LEGISLATIVA, PEJOTIZAÇÃO E OS DESAFIOS DAS NOVAS FORMAS DE INTERMEDIAÇÃO
COMERCIAL VIA INSTAGRAM
Walter Garcia
1 Introdução
2 Metodologia
3 Formação e
Alterações da Lei de Representação Comercial
4 A Emenda
Constitucional nº 45/2004 e a competência da Justiça do Trabalho
5 A Pejotização e o
novo entendimento do STF
6 Representação
Comercial e Intermediação Comercial via Instagram
7 Considerações
finais
8 Referências
SMART CONTRACT: UMA ANÁLISE DESCRITIVA DE SEU
CONCEITO E APLICABILIDADE DE SEU USO NOS CONTRATOS EMPRESARIAIS NO BRASIL
Walter Godoy dos Santos Júnior |
Mariângela de F. Ariosi
1 Introdução
2 Conceito de smart
contract
3 Origens do smart
contract
4 Os contratos
empresarias
4.1 A aplicação da
AED aos instrumentos contratuais empresariais
5 Smart
contract nos contratos empresariais
6 Conclusão
7 Referências
CLÁUSULAS ESPECIAIS EM CONTRATOS EMPRESARIAIS COMPLEXOS
Leonardo Alves Canuto
1 Introdução
2 A cláusula de
Break-up Fee
2.1 Conceito e origem
2.2 Finalidade e
utilidade prática
2.3 Riscos e
controvérsias jurídicas
2.4 Jurisprudência
nacional e aproximações
2.5 Compatibilidade
com o direito brasileiro
3 MAC Clauses
(Material Adverse Change)
3.1 Conceito e origem
3.2 Função prática em
cenários de crise
3.3 Riscos e
controvérsias
3.4 Aproximações com
o direito brasileiro
3.5 Direito Comparado
3.6 Compatibilidade
com a teoria contratual brasileira
4 Pactos de
confidencialidade e exclusividade
4.1 Natureza e função
prática
4.2 Fundamento
jurídico no Brasil
4.3 Confidencialidade
e sigilo empresarial
4.4 Cláusulas de
exclusividade em negociações empresariais
4.5 Compatibilidade
com a boa-fé e função social
4.6 Direito Comparado
5 Compatibilidade com
a Teoria Geral dos Contratos
5.1 Boa-fé objetiva
5.2 Função social do
contrato
5.3 Autonomia privada
e seus limites
5.4 Equilíbrio
contratual e revisão judicial
5.5 Síntese
6 Jurisprudência
Nacional e Direito Comparado
6.1 Jurisprudência
Nacional
6.2 Direito Comparado
6.3 Tendências de
aproximação
7 Conclusão
8 Referências
·
Legislação
·
Jurisprudência nacional
·
Direito comparado e fontes internacionais
·
Doutrina
Os autores apresentados reúnem perfis acadêmicos e profissionais altamente qualificados, combinando experiência na magistratura, no Ministério Público, na advocacia, no ensino jurídico e na pesquisa. Em conjunto, formam um grupo multidisciplinar com forte atuação nas áreas de Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Empresarial, Recuperação Judicial e Falência.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Moura Ribeiro é uma das principais referências do Direito Civil e Processual Civil no Brasil. Possui sólida formação acadêmica, com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Direito Civil, além de exercer atividades docentes em cursos de graduação e pós-graduação. Sua atuação jurisdicional no STJ, somada à produção acadêmica, confere grande autoridade às suas análises sobre interpretação da legislação civil e processual.
Advogado com destacada atuação perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal, Guilherme Veiga alia prática forense e atividade acadêmica. Doutorando em Direito Constitucional, é professor em instituições de ensino superior e membro de importantes entidades científicas do Direito Processual. Sua experiência em recursos dirigidos às cortes superiores contribui para uma visão aprofundada da jurisprudência e dos mecanismos processuais contemporâneos.
Assessora jurídica no gabinete do Ministro Moura Ribeiro no STJ, possui formação especializada em Direito Processual Civil e Direito Tributário. Sua atuação cotidiana junto à Corte Superior proporciona conhecimento prático e técnico sobre a elaboração de decisões judiciais, análise de recursos e aplicação da jurisprudência dos tribunais superiores.
Jurista, advogado, professor e pesquisador, Wilson Roberto apresenta trajetória marcada pela interdisciplinaridade. Além da formação jurídica, possui graduação em Administração e MBA em Gestão Empresarial. É presidente da Associação Brasileira de Juristas, fundador do Portal Juristas e autor de diversas obras jurídicas. Sua experiência internacional inclui estudos e pesquisas em instituições de prestígio como a Universidade de Lisboa, a Universidade de Salamanca e o Max Planck Institute for Comparative and International Private Law, o que amplia sua perspectiva sobre temas empresariais e internacionais.
Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo, destaca-se pela atuação em Direito Empresarial, insolvência transnacional e recuperação judicial. Participou de importantes comissões legislativas voltadas à modernização do Direito Comercial e Processual brasileiro, contribuindo para debates relacionados ao Novo Código Comercial e à legislação de recuperação judicial e falência. Sua experiência prática e acadêmica o torna referência em temas empresariais e falimentares.
Magistrada do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, exerce funções de destaque na governança do sistema de recuperação empresarial brasileiro. Atua como juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça e Secretária-Geral do Fórum Nacional de Recuperação Empresarial e Falências. Doutora em Direito Empresarial, possui reconhecida especialização em recuperação judicial, falência e reestruturação de empresas.
O grupo reúne representantes de diferentes carreiras jurídicas — magistratura superior, magistratura estadual, Ministério Público, advocacia e academia — formando um conjunto de autores com elevada credibilidade técnica. Essa diversidade de experiências tende a enriquecer a análise dos temas jurídicos abordados, especialmente quando relacionados à jurisprudência dos tribunais superiores, ao processo civil, ao direito empresarial e aos mecanismos de recuperação e insolvência empresarial.