Papel não trava. Papel não descarrega. Papel não exibe uma atualização obrigatória às 23h do dia do prazo.
A Agenda do Advogado – Diário do Jurista 2027 chega à sua 22ª edição com uma proposta simples: devolver ao advogado o controle físico da própria semana. Um ano inteiro planejado em 429 páginas, com espaço diário para prazos, audiências, diligências, atendimentos e as anotações que nenhum sistema de escritório guarda direito.
Você já tem software. Já tem push, e-mail, alerta de tribunal e cinco abas abertas. O que você não tem é um lugar único, offline e silencioso onde a semana inteira cabe em uma página — e onde escrever à mão obriga você a decidir o que realmente importa.
Acompanha, sem custo adicional, a Agenda Eletrônica: programa para download com controle de contatos, compromissos e processos, banco de legislação e mais de 100 modelos de petições alinhados ao CPC vigente. O papel para pensar, o digital para arquivar.
22ª edição. Vinte e dois anos acompanhando a rotina de quem tem prazo para cumprir.
A advocacia se digitalizou por inteiro. Peticionamento eletrônico, intimação por sistema, audiência por vídeo, contrato assinado na nuvem. E foi exatamente por isso que o caderno voltou a ter valor: ele é o único lugar do seu dia que não disputa a sua atenção com mais nada.
Quem escreve à mão precisa resumir. Precisa escolher a palavra. Precisa decidir, ali, o que entra na linha e o que fica de fora. Digitar é transcrever; escrever é pensar. Por isso a anotação feita à caneta na saída da audiência costuma valer mais do que trinta minutos de gravação que você nunca vai reouvir.
1. Sigilo que não depende de senha.
O que você escreve aqui não sincroniza, não sobe para servidor estrangeiro, não alimenta modelo de inteligência artificial e não aparece em vazamento de plataforma. Estratégia de defesa, valor de acordo, o que o cliente disse e pediu para não registrar: papel resolve o que a LGPD e o sigilo profissional cobram de você.
2. Funciona onde o celular não funciona.
Subsolo de fórum sem sinal. Sala de audiência com aparelho desligado. Sustentação oral em que abrir o telefone pega mal. Voo, apagão, bateria em 3%. A agenda abre sempre, na mesma página, sem carregar.
3. A semana inteira em um golpe de vista.
Nenhuma tela de celular mostra sete dias com a densidade de uma página dupla. É a diferença entre consultar a agenda e enxergar a agenda — e enxergar é o que evita marcar audiência em cima de viagem.
4. Nada aqui te interrompe.
Abrir o celular para anotar um prazo custa, em média, três notificações e um grupo de WhatsApp. Abrir a agenda custa um gesto. Concentração é ativo de escritório; papel protege esse ativo.
Brochura 16x23 cm, 429 páginas, 580 g. Grande o bastante para escrever de verdade, leve o bastante para ir junto na pasta.
Quem compra a edição impressa recebe acesso ao download do programa Agenda Eletrônica, para manter no computador do escritório o que o papel não precisa carregar:
A divisão é simples: papel para decidir, digital para guardar.
Se você procura um substituto para o software de gestão do escritório, não é este produto. A agenda foi feita para trabalhar ao lado dele.
Agenda é produto de ano fechado: a tiragem é feita uma vez e não volta à gráfica no meio do exercício. Quem compra em janeiro começa o ano com o planejamento montado; quem compra em março começa com dois meses em branco.
Comece 2027 com o ano inteiro na sua mesa. Adicione a Agenda do Advogado – Diário do Jurista 2027 ao carrinho.
Use o visualizador ao lado para folhear as páginas antes de comprar.
A Memória Forense é uma editora jurídica dedicada a publicar obras de uso diário para quem exerce o Direito: material verificado em fonte primária, linguagem direta e utilidade prática acima de qualquer outra coisa.
A Agenda do Advogado – Diário do Jurista está na 22ª edição e é revisada a cada ano com base no retorno de quem a usa: mais espaço onde falta, menos onde sobra, e o calendário forense sempre conferido antes de ir para a gráfica.